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A CPI-SP tem como beneficiários os povos indígenas e as comunidades quilombolas.

Os povos indígenas e as comunidades remanescentes de quilombos compartilham uma história de resistência à dominação. Enfrentaram os colonizadores que ocuparam o Brasil e expropriaram seus bens, suas terras e seus direitos e até hoje vivem as conseqüências desse processo: as desigualdades sociais e econômicas, a discriminação racial e outras formas de preconceito.

Índios e quilombolas constituem grupos sociais que se diferenciam na sociedade brasileira e que são classificados pela antropologia como grupos étnicos. São pessoas que se organizam de um modo específico e que mantêm uma identidade própria. Essa é a base para a organização, mobilização e ação política de suas comunidades.

Os povos indígenas contam atualmente com uma população de 480.000 pessoas vivendo em 593 territórios – estima-se que sua população em 1.500 era entre 2 a 4 milhões de pessoas. Não existe um censo da população quilombola no Brasil, mas estima-se que existam entre 2.000 a 3.000 comunidades. Ambos os grupos sociais estão presentes em praticamente todo o território brasileiro.

Os povos indígenas e as comunidades quilombolas ocupam suas terras de forma coletiva. Garantir os seus territórios tradicionais é fundamental para a sua sobrevivência física e cultural. Embora as leis brasileiras reconheçam a índios e quilombolas o direito a suas terras, muitos grupos ainda lutam para fazer valer esse direito.

Para saber mais sobre:

Comunidades Quilombolas

Povos Indígenas em São Paulo

 


fotos/photos :: Carlos Penteado

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