Há quase quatro décadas, o minério de bauxita é extraído no município de Oriximiná, no Estado do Pará. A mineração ocorre no interior da Floresta Nacional Saracá-Taquera, uma unidade de conservação federal, onde vivem comunidades quilombolas e ribeirinhas.

A partir do ponto de vista da população impactada pelo empreendimento, o livro que a Comissão Pró-Índio de São Paulo lançou hoje (21/11) evidencia algumas das consequências do maior complexo de mineração de bauxita do Brasil.

O leitor conhecerá as percepções de mulheres e homens do Quilombo Boa Vista e das comunidades ribeirinhas Boa Nova e Saracá dos impactos da mineração sobre as águas e os riscos das 25 barragens de rejeito que a empresa instalou em plena Floresta Amazônica.

Ao final, são apresentadas recomendações para diferentes atores-chave envolvidos no caso, visando assegurar às comunidades quilombolas e ribeirinhas de Oriximiná os direitos à água, ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e à segurança frente as barragens.

A publicação já está disponível para venda (impressa) e para download gratuito

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Comissão Pró-Índio de São Paulo

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Há 40 anos a Comissão Pró-Índio de São Paulo (CPI-SP) atua junto com índios e quilombolas para garantir seus direitos territoriais, culturais e políticos, procurando contribuir com o fortalecimento da democracia e o reconhecimento dos direitos das minorias étnicas.

Desde 1989, é parceira das comunidades quilombolas de Oriximiná na luta pelo direito aos seus territórios e na proteção ao seu meio ambiente.

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