O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

D E C R E T A :

Art. 1º Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e Funções de Confiança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, na forma dos Anexos I e II.

Art. 2º Ficam remanejados, na forma do Anexo III, os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS e Funções Comissionadas do Poder Executivo – FCPE:

I – do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para a Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia:

a) dois DAS 101.4;

b) quatro DAS 101.2;

c) vinte DAS 101.1;

d) um DAS 102.5;

e) oito DAS 102.2; e

f) duas FCPE 101.1; e

II – da Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:

a) trinta DAS 101.3;
b) quatro DAS 102.4;
c) nove DAS 102.3;
d) sete DAS 102.1;
e) dois DAS 103.5;
f) duas FCPE 101.4;
g) uma FCPE 101.2;
h) uma FCPE 102.4;
i) duas FCPE 102.2; e
j) uma FCPE 102.1.

Art. 3º Ficam transformados, na forma do Anexo IV, nos termos do disposto no art. 8º da Lei nº 13.346, de 10 de outubro de 2016, os seguintes cargos em comissão do Grupo-DAS e FCPE:

I – quarenta e dois DAS-2 e quarenta e dois DAS-1 em um DAS-5, dois DAS-4 e trinta e nove DAS-3; e

II – quatro FCPE-1 em uma FCPE-4.

Art. 4º Os ocupantes dos cargos em comissão e das funções de confiança que deixam de existir na Estrutura Regimental do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por força deste Decreto, ficam automaticamente exonerados ou dispensados.

Art. 5º O Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicará no Diário Oficial da União, no prazo de trinta dias, contado da data de entrada em vigor deste Decreto, relação nominal dos titulares dos cargos em comissão e das funções de confiança a que se refere o Anexo II, que indicará, inclusive, o número de cargos e funções vagos, suas denominações e seus níveis.

Art. 6º Aplica-se o disposto nos art. 13 ao art. 19 do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019, quanto ao regimento interno, ao registro de dados no Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal – Siorg, à permuta entre DAS e FCPE e à realocação de cargos em comissão e funções de confiança na Estrutura Regimental do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Art. 7º Ficam revogados:

I – o art. 10 do Decreto nº 8.762, de 10 de maio de 2016;

II – o Decreto nº 9.667, de 2 de janeiro de 2019; e

III – os seguintes dispositivos do Decreto nº 9.689, de 23 de janeiro de 2019:

a) os art. 6º ao art. 8º; e
b) os Anexos V e VI.

Art. 8º Este Decreto entra em vigor em 23 de março de 2020.

Brasília, 20 de fevereiro de 2020; 199º da Independência e 132º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Paulo Guedes

Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias

ANEXO I

ESTRUTURA REGIMENTAL DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E DA COMPETÊNCIA

Art. 1º O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, órgão da administração pública federal direta, tem como áreas de competência os seguintes assuntos:

I – política agrícola, abrangidos a produção, a comercialização, o seguro rural, o abastecimento, a armazenagem e a garantia de preços mínimos;

II – produção e fomento agropecuário, abrangidas a agricultura, a pecuária, a agroindústria, a agroenergia, as florestas plantadas, a heveicultura, a aquicultura e a pesca;

III – política nacional pesqueira e aquícola, abrangida a gestão do uso dos recursos e dos licenciamentos, das permissões e das autorizações para o exercício da aquicultura e da pesca;

IV – estoques reguladores e estratégicos de produtos agropecuários;

V – informação agropecuária;

VI – defesa agropecuária e segurança do alimento, abrangidos:

a) a saúde animal e a sanidade vegetal;
b) os insumos agropecuários, incluída a proteção de cultivares;
c) os alimentos, os produtos, os derivados e os subprodutos de origem animal e vegetal;
d) a padronização e a classificação de produtos e insumos agropecuários; e
e) o controle de resíduos e contaminantes em alimentos;

VII – pesquisa em agricultura, pecuária, sistemas agroflorestais, aquicultura, pesca e agroindústria;

VIII – conservação e proteção de recursos genéticos de interesse para a agropecuária e a alimentação;

IX – assistência técnica e extensão rural;

X – irrigação e infraestrutura hídrica para produção agropecuária, observadas as competências do Ministério do Desenvolvimento Regional;

XI – informação meteorológica e climatológica para uso na agropecuária;

XII – desenvolvimento rural sustentável;

XIII – políticas e fomento da agricultura familiar;

XIV – reforma agrária, regularização fundiária de áreas rurais, da Amazônia Legal e das terras quilombolas;

XV – conservação e manejo do solo e da água, destinados ao processo produtivo agrícola, pecuário, aos sistemas agroflorestais e à aquicultura;

XVI – boas práticas agropecuárias e bem-estar animal;

XVII – cooperativismo e associativismo na agricultura, na pecuária, na aquicultura e na pesca;

XVIII – energização rural e agroenergia, incluída a eletrificação rural;

XIX – operacionalização da concessão da subvenção econômica ao preço do óleo diesel instituída pela Lei nº 9.445, de 14 de março de 1997;

XX – negociações internacionais relativas aos temas de interesse da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca; e

XXI – gerir o Registro Geral da Atividade Pesqueira.

§ 1º A competência de que trata o inciso XVIII do caput será exercida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento quando utilizados recursos do Orçamento Geral da União e, pelo Ministério de Minas e Energia, quando utilizados recursos vinculados ao Sistema Elétrico Nacional.

§ 2º A competência de que trata o inciso XIV do caput compreende a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos.

§ 3º Compete ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento exercer, por meio do Serviço Florestal Brasileiro, a função de órgão gestor prevista no art. 53 da Lei nº 11.284, de 2 de março de 2006, no âmbito federal.

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 2º O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tem a seguinte estrutura organizacional:

I – órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:

a) Gabinete do Ministro;
b) Assessoria Especial de Comunicação Social;
c) Assessoria Especial de Relações Governamentais e Institucionais;
d) Assessoria Especial de Controle Interno;
e) Corregedoria-Geral;
f) Secretaria-Executiva:

  1. Gabinete;
  2. Departamento de Administração; e
  3. Departamento de Governança e Gestão; e

g) Consultoria Jurídica;

II – órgãos específicos singulares:

a) Secretaria Especial de Assuntos Fundiários:

  1. Departamento de Políticas de Cadastro e Regularização Fundiária; e
  2. Departamento de Monitoramento e Supervisão;

b) Secretaria de Política Agrícola:

  1. Departamento de Comercialização e Abastecimento;
  2. Departamento de Crédito e Informação;
  3. Departamento de Gestão de Riscos; e
  4. Departamento de Análise Econômica e Políticas Públicas;

c) Secretaria de Defesa Agropecuária:

  1. Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas;
  2. Departamento de Saúde Animal;
  3. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal;
  4. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal;
  5. Departamento de Serviços Técnicos;
  6. Departamento de Suporte e Normas; e
  7. Departamento de Gestão Corporativa;
  8. d) Secretaria de Aquicultura e Pesca:
  9. Departamento de Ordenamento e Desenvolvimento da Aquicultura;
  10. Departamento de Ordenamento e Desenvolvimento da Pesca; e
  11. Departamento de Registro e Monitoramento de Aquicultura e Pesca;

e) Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo:

  1. Departamento de Desenvolvimento Comunitário;
  2. Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados;
  3. Departamento de Estruturação Produtiva; e
  4. Departamento de Gestão do Crédito Fundiário;

f) Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação:

  1. Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária;
  2. Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas;
  3. Departamento de Produção Sustentável e Irrigação;
  4. Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira; e
  5. Instituto Nacional de Meteorologia;

g) Secretaria de Comércio e Relações Internacionais:

  1. Departamento de Negociações e Análises Comerciais;
  2. Departamento de Temas Técnicos, Sanitários e Fitossanitários; e
  3. Departamento de Promoção Comercial e Investimentos; e

h) Serviço Florestal Brasileiro:

  1. Diretoria de Concessão Florestal e Monitoramento;
  2. Diretoria de Pesquisa e Informação Florestal;
  3. Diretoria de Cadastro e Fomento Florestal; e
  4. Diretoria de Administração e Finanças;

III – órgãos colegiados:

a) Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural;
b) Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional;
c) Comissão Especial de Recursos;
d) Conselho Deliberativo da Política do Café;
e) Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca;
f) Conselho Nacional de Política Agrícola;
g) Comitê Gestor do Garantia-Safra;
h) Comitê Gestor do Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar;
i) Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável; e
j) Comitê Estratégico do Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil; e

IV – entidades vinculadas:
a) autarquia: Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – Incra;
b) empresas públicas:

  1. Companhia Nacional de Abastecimento – Conab; e
  2. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa; e

c) sociedades de economia mista:

  1. Centrais de Abastecimento de Minas Gerais S.A. – Ceasa/MG; e
  2. Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais S.A. – CASEMG.

CAPÍTULO III

DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS

Seção I

Dos órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Art. 3º Ao Gabinete do Ministro compete:

I – assistir o Ministro de Estado em sua representação política e social;

II – promover as atividades relacionadas com a agenda do Ministro de Estado, o cerimonial e o apoio à organização de solenidades oficiais no âmbito do Ministério;

III – coordenar as atividades de promoção institucional;

IV – coordenar, acompanhar e supervisionar a organização de eventos institucionais;

V – supervisionar a publicação dos atos oficiais;

VI – assessorar o Ministro de Estado nos temas relacionados com as políticas públicas e os programas vinculados às questões ambientais;

VII – coordenar o planejamento estratégico do Ministério e estabelecer as prioridades setoriais para a elaboração do Plano Plurianual, em articulação com a Secretaria-Executiva, as câmaras setoriais e temáticas e os órgãos finalísticos do Ministério;

VIII – coordenar a elaboração, a implementação e a avaliação de projetos especiais que envolvam mais de uma unidade do Ministério;

IX – apoiar o Ministro de Estado na coordenação técnica de programas e projetos que envolvam mais de uma unidade do Ministério; e

X – coordenar, em articulação com a Secretaria-Executiva, a estratégia de captação de recursos internacionais de doação ou financiamento destinados a financiar iniciativas do Ministério e de suas unidades e apoiar a sua implementação.

Art. 4º À Assessoria Especial de Comunicação Social compete:

I – planejar, coordenar e executar ações de comunicação social e publicidade institucional do Ministério, em consonância com as diretrizes do órgão central do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal;

II – assessorar e orientar o Ministro de Estado no relacionamento com os meios de comunicação social; e

III – articular a divulgação de matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério.

Art. 5º À Assessoria Especial de Relações Governamentais e Institucionais compete:

I – assistir o Ministro de Estado em sua representação política e institucional;

II – elaborar estudos de natureza político-institucional;

III – coordenar e orientar a atuação do Ministério e de suas entidades vinculadas junto ao Congresso Nacional e aos partidos políticos; e

IV – coordenar a execução das emendas parlamentares e dos programas que lhe forem atribuídos pelo Ministro de Estado.

Art. 6º À Assessoria Especial de Controle Interno compete:

I – assessorar diretamente o Ministro de Estado nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão;

II – assistir o Ministro de Estado no pronunciamento estabelecido no art. 52 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992;

III – prestar orientação técnica ao Secretário-Executivo, aos gestores do Ministério e aos representantes indicados pelo Ministro de Estado em conselhos e comitês, nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão;

IV – prestar orientação técnica e acompanhar os trabalhos das unidades do Ministério que visam a subsidiar a elaboração da prestação de contas anual do Presidente da República e do relatório de gestão;

V – prestar orientação técnica na elaboração e na revisão de normas internas e de manuais;

VI – apoiar a supervisão ministerial das entidades vinculadas, em articulação com as respectivas unidades de auditoria interna, inclusive quanto ao planejamento e aos resultados dos trabalhos;

VII – auxiliar na interlocução sobre assuntos relacionados com a ética, a ouvidoria e a correição entre as unidades responsáveis no Ministério e os órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;

VIII – acompanhar processos de interesse do Ministério junto aos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;

IX – acompanhar a implementação das recomendações da Controladoria-Geral da União e das deliberações do Tribunal de Contas da União relacionadas ao Ministério e atender outras demandas provenientes dos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;

X – apoiar as ações de capacitação nas áreas de controle, risco, transparência e integridade de gestão; e

XI – exercer as atividades de ouvidoria.

Art. 7º À Corregedoria-Geral, unidade seccional do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal, sob a supervisão técnica da unidade setorial da Controladoria-Geral da União, compete:

I – planejar, coordenar, orientar, avaliar, executar, supervisionar e controlar as atividades correcionais;

II – exercer as competências e as atribuições correcionais estabelecidas nos atos normativos editados pelo órgão central do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal;

III – julgar os procedimentos disciplinares em desfavor de servidores e empregados públicos e aplicar penalidades, nas hipóteses de advertência ou suspensão de até noventa dias;

IV – requisitar servidor ou empregado público, no âmbito das unidades do Ministério, para integrar as comissões de procedimentos correcionais.

  • 1º A requisição que trata o inciso IV docaputindependerá de autorização prévia da autoridade à qual o servidor público esteja subordinado e será comunicada ao titular da unidade.
  • 2º O titular da unidade à qual o servidor público requisitado nos termos do disposto no inciso IV docapute no § 1º esteja subordinado poderá, por meio de justificativa fundamentada, alegar necessidade de serviço e apresentar a indicação de outro servidor com qualificação técnica equivalente ao requisitado.
  • 3º A apreciação conclusiva da alegação de que trata o § 2º caberá ao Corregedor-Geral.

Art. 8º À Secretaria-Executiva compete:

I – assistir o Ministro de Estado na definição de diretrizes, na supervisão e na coordenação das atividades dos órgãos de assistência direta e imediata do Ministério, dos órgãos específicos singulares, dos órgãos colegiados e das entidades vinculadas;

II – supervisionar, no âmbito do Ministério, as atividades relacionadas com:

  1. a) os Sistemas de Planejamento e de Orçamento, de Administração Financeira Federal, de Contabilidade Federal, de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação, de Serviços Gerais, de Gestão de Documentos de Arquivo, de Organização e Inovação Institucional e de Pessoal Civil da Administração Federal;
  2. b) as unidades descentralizadas, as entidades vinculadas e os órgãos colegiados;
  3. c) as atividades de controle de documentos e informações sigilosas;
  4. d) a gestão de riscos; e
  5. e) a captação de recursos orçamentários e não orçamentários de quaisquer fontes, incluídas as doações, em conformidade com os princípios e as diretrizes do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal;

III – coordenar as atividades da Biblioteca Nacional de Agricultura e da Escola Nacional de Gestão Agropecuária;

IV – celebrar, monitorar e avaliar convênios, contratos, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito de competência;

V – promover e articular a interação da administração central do Ministério com as empresas estatais e as suas entidades vinculadas para a melhoria da governança e da gestão; e

VI – elaborar, negociar e supervisionar a execução dos contratos de gestão celebrados com o Serviço Florestal Brasileiro e com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural.

Parágrafo único. A Secretaria-Executiva exerce, ainda, a função de órgão setorial dos Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal, de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação, de Serviços Gerais, de Planejamento e de Orçamento Federal, de Administração Financeira Federal, de Contabilidade Federal, de Gestão de Documentos de Arquivo, de Organização e Inovação Institucional e Nacional de Arquivos.

Art. 9º Ao Gabinete do Secretário-Executivo compete:

I – assistir o Secretário-Executivo em sua representação política e social;

II – ocupar-se das relações públicas do Secretário-Executivo e do preparo e do despacho de seu expediente pessoal;

III – publicar os atos oficiais editados pelo Secretário-Executivo; e

IV – subsidiar o Secretário-Executivo em sua tomada de decisão.

Art. 10. Ao Departamento de Administração compete:

I – coordenar, orientar e executar as atividades referentes ao:

  1. a) Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação;
  2. b) Sistema de Administração Financeira Federal, quanto à execução orçamentária;
  3. c) Sistema de Contabilidade Federal;
  4. d) Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal, quanto à gestão de pessoas;
  5. e) Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo;
  6. f) Sistema Nacional de Arquivos; e
  7. g) Sistema de Serviços Gerais;

II – articular-se com os órgãos centrais dos sistemas federais de que trata o inciso I, além de informar e orientar os órgãos do Ministério quanto ao cumprimento das normas estabelecidas;

III – orientar, promover e acompanhar as atividades de execução orçamentária, financeira e contábil no âmbito do Ministério; e

IV – propor a celebração de contratos e outros instrumentos congêneres em seu âmbito de competência, além de acompanhar a sua execução e avaliar os seus resultados.

Art. 11. Ao Departamento de Governança e Gestão compete:

I – coordenar e supervisionar as atividades dos seguintes sistemas:

  1. a) Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal;
  2. b) Sistema de Administração Financeira Federal, quanto às atividades de programação financeira;
  3. c) Sistema de Organização e Inovação Institucional;
  4. d) Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal, quanto às atividades de capacitação; e
  5. e) Sistema Brasileiro de Inteligência;

II – coordenar e supervisionar as atividades de:

  1. a) gestão da informação, do conhecimento e da preservação do acervo da memória do agronegócio;
  2. b) gestão de riscos e controles;
  3. c) elaboração do relatório de gestão; e
  4. d) implementação do Sistema de Gestão Integrada;

III – coordenar programas, projetos e atividades destinados à melhoria da governança e da gestão;

IV – apoiar o Comitê de Governança, Riscos e Controle;

V – interagir com o órgão central dos sistemas federais de que trata o inciso I e orientar os órgãos do Ministério e das suas entidades vinculadas quanto ao cumprimento das normas estabelecidas;

VI – integrar-se com a Assessoria de Gestão Estratégica na implementação de programas e projetos de melhoria da governança e da gestão do Ministério; e

VII – desenvolver a proposta setorial de projetos que integrarão o Plano Plurianual e a Lei Orçamentária Anual, em articulação com o Gabinete do Ministro.

Art. 12. À Consultoria Jurídica, órgão setorial da Advocacia-Geral da União, compete:

I – prestar assessoria e consultoria jurídica no âmbito do Ministério;

II – fixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos, a ser uniformemente seguida na área de atuação do Ministério, quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;

III – atuar em conjunto com os órgãos técnicos do Ministério na elaboração de propostas de atos normativos que serão submetidas ao Ministro de Estado;

IV – coordenar os órgãos jurídicos das entidades vinculadas, observadas as atribuições da Procuradoria-Geral Federal;

V – realizar a revisão final da técnica legislativa e emitir parecer conclusivo sobre a constitucionalidade, a legalidade e a compatibilidade com o ordenamento jurídico das propostas de atos normativos;

VI – examinar a constitucionalidade, a legalidade, a compatibilidade com o ordenamento jurídico e a técnica legislativa dos atos normativos que serão remetidos pelo Ministro de Estado à consideração da Presidência da República;

VII – assistir o Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos do Ministério e de suas entidades vinculadas;

VIII – examinar, prévia e conclusivamente, no âmbito do Ministério:

  1. a) os textos de convênios, editais de licitação e de contratos ou instrumentos congêneres a serem celebrados e publicados; e
  2. b) os atos pelos quais se reconheça a inexigibilidade ou se decida pela dispensa de licitação;

IX – elaborar estudos e preparar informes, por solicitação do Ministro de Estado;

X – fornecer subsídios para atuação dos demais órgãos jurídicos integrantes da Advocacia-Geral da União em assuntos de sua competência;

XI – realizar atividades conciliatórias, respeitadas as orientações provenientes da Advocacia-Geral da União e as competências da Controladoria-Geral da União; e

XII – atuar na representação extrajudicial do Ministério e de seus agentes públicos, respeitadas as orientações provenientes da Advocacia-Geral da União e as competências dos demais órgãos jurídicos da Advocacia-Geral da União.

Seção II

Dos órgãos específicos singulares

Art. 13. À Secretaria Especial de Assuntos Fundiários compete:

I – formular, normatizar e supervisionar as ações e as diretrizes sobre:

  1. a) política de colonização e reforma agrária;
  2. b) discriminação administrativa de terras devolutas da União;
  3. c) regularização fundiária das ocupações incidentes em terras de domínio da União com destinação agrária;
  4. d) regularização fundiária das ocupações incidentes em terras de domínio da União com destinação agrária, no âmbito da Amazônia Legal, nos termos do disposto na Lei nº 11.952, de 25 de junho de 2009;
  5. e) regularização fundiária de área decorrente de reforma agrária;
  6. f) regularização fundiária das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades de quilombos; e
  7. g) manifestação em licenciamento ambiental que afete direta ou indiretamente as terras quilombolas;

II – propor a celebração de contratos administrativos, convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito de competência;

III – apoiar o Ministério na supervisão do Incra; e

IV – monitorar as atividades fundiárias, em seu âmbito de competência.

Art. 14. Ao Departamento de Políticas de Cadastro e Regularização Fundiária compete:

I – formular, propor e normatizar ações de regularização fundiária;

II – rever a estrutura e os processos de políticas públicas e as diretrizes de reordenamento agrário;

III – normatizar e definir diretrizes sobre a identificação e a demarcação de terras remanescentes de quilombos; e

IV – coordenar a formação de grupos técnicos especializados para elaborar o estudo de identificação e demarcação de terras remanescentes de quilombos.

Art. 15. Ao Departamento de Monitoramento e Supervisão compete:

I – supervisionar:

  1. a) os programas de reordenamento agrário;
  2. b) as atividades de regularização fundiária no território nacional;
  3. c) as medidas administrativas e as atividades operacionais relacionadas à regularização fundiária no território nacional;
  4. d) as atividades de destinação, controle e titulação de terras devolutas e terras públicas federais, nos termos do disposto na Lei nº 11.952, de 2009; e
  5. e) em articulação com os órgãos ambientais, as atividades de licenciamento ambiental que afetem direta ou indiretamente as terras quilombolas; e

II – supervisionar e controlar o cadastro dos possuidores das áreas objeto de regularização, incluídas as ações de natureza cartográfica, de georreferenciamento e de geoprocessamento.

Art. 16. À Secretaria de Política Agrícola compete:

I – formular as diretrizes de ação governamental para a política agrícola e a segurança alimentar;

II – analisar e formular proposições e atos normativos de regulamentação do setor agropecuário;

III – supervisionar, coordenar, monitorar e avaliar a elaboração e a aplicação dos mecanismos de intervenção governamental referentes à comercialização e ao abastecimento agropecuário;

IV – desenvolver estudos, diagnósticos e avaliações sobre os efeitos da política econômica quanto ao:

  1. a) sistema produtivo agropecuário;
  2. b) crédito rural;
  3. c) seguro rural;
  4. d) zoneamento agropecuário; e
  5. e) armazenamento;

V – gerir o sistema de informação agrícola;

VI – identificar prioridades, dimensionar, propor e avaliar o direcionamento dos recursos para o custeio, o investimento e a comercialização agropecuária, no âmbito do Sistema Nacional de Crédito Rural;

VII – exercer a função de Secretaria-Executiva dos seguintes órgãos colegiados:

  1. a) Conselho Nacional de Política Agrícola;
  2. b) Comissão Especial de Recursos;
  3. c) Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural;
  4. d) Conselho Deliberativo da Política do Café
  5. e) Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural;
  6. f) Comitê Gestor do Garantia-Safra; e
  7. g) Comitê Gestor do Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar;

VIII – participar de discussões sobre política comercial agrícola, em articulação com outros órgãos do Ministério;

IX – implementar as ações decorrentes de decisões e atos de organismos nacionais e internacionais, de tratados, de acordos e de convênios com governos estrangeiros em seu âmbito de competência;

X – propor a celebração de contratos administrativos, convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito de competência;

XI – promover a gestão e a fiscalização dos contratos administrativos e o acompanhamento e a avaliação de convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e de instrumentos congêneres em seu âmbito de competência;

XII – formular propostas e auxiliar nas negociações de acordos, tratados ou convênios internacionais em seu âmbito de competência;

XIII – monitorar e avaliar o impacto econômico das políticas públicas implementadas pelo Ministério;

XIV – coordenar a realização de estudos sobre cenários prospectivos da agricultura brasileira e linhas de ação para o Ministério;

XV – analisar o impacto econômico das normas editadas pelos dirigentes do Ministério; e

XVI – orientar, coordenar, acompanhar e assessorar as câmaras setoriais e temáticas.

Art. 17. Ao Departamento de Comercialização e Abastecimento compete:

I – subsidiar a formulação de políticas e de diretrizes para o setor e coordenar a implementação de ação governamental para:

  1. a) distribuição, abastecimento e comercialização de produtos agropecuários;
  2. b) incentivo à comercialização de produtos agropecuários;
  3. c) oferta e demanda de produtos para exportação e para consumo interno; e
  4. d) formação dos estoques públicos de produtos agropecuários da Política de Garantia de Preços Mínimos;

II – acompanhar e analisar os complexos agropecuários e agroindustriais nos mercados interno e externo;

III – promover a articulação entre os setores público e privado nas atividades de abastecimento, de comercialização e de armazenamento de produtos agropecuários;

IV – coordenar, elaborar, acompanhar e avaliar as normas referentes à Política de Garantia de Preços Mínimos e ao abastecimento agropecuário;

V – coordenar a disponibilidade de estoques públicos para atendimento aos programas sociais da administração pública federal;

VI – formular propostas e participar de negociações de acordos, tratados ou convênios internacionais referentes aos produtos agropecuários;

VII – identificar prioridades e coordenar a elaboração da programação para o direcionamento de recursos orçamentários das operações oficiais de crédito relativos à remoção, à armazenagem, à formação e à venda de estoques públicos de produtos agropecuários e à equalização de preços e custos;

VIII – planejar, coordenar, controlar e avaliar a execução de planos, programas e ações governamentais referentes aos segmentos produtivos da cana-de-açúcar e do açúcar e às matérias-primas agroenergéticas;

IX – acompanhar a produção e a comercialização do açúcar e das matérias-primas agroenergéticas destinadas à fabricação de combustíveis e à geração de energia e propor medidas para garantir a regularidade do abastecimento interno;

X – identificar prioridades e propor a aplicação dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, nos termos do disposto no art. 4º do Decreto nº 94.874, de 15 de setembro de 1987;

XI – planejar, coordenar, acompanhar e controlar as ações para a aplicação e a execução dos recursos do Funcafé, a elaboração de proposta de orçamento anual e a contabilidade dos atos e fatos relativos à operacionalização do referido Fundo; e

XII – assessorar o Secretário de Política Agrícola nos assuntos referentes ao Conselho Deliberativo da Política do Café.

Art. 18. Ao Departamento de Crédito e Informação compete:

I – subsidiar a formulação de políticas e diretrizes para o setor e acompanhar a implementação de ações governamentais relacionadas à produção agropecuária;

II – elaborar propostas e acompanhar a execução de atos normativos referentes à operacionalização:

  1. a) da política agrícola; e
  2. b) da política de crédito rural;

III – coordenar e promover a elaboração de planos agropecuários e de safras, além de acompanhar e avaliar a sua execução;

IV – elaborar estudos econômicos sobre o Sistema Nacional de Crédito Rural;

V – formular propostas e participar de negociações nacionais e internacionais e implementar compromissos institucionais referentes às atividades de sua competência, em articulação com outras unidades do Ministério;

VI – planejar, coordenar e acompanhar as ações para a aplicação dos recursos do crédito rural;

VII – elaborar propostas e participar de negociações relacionadas à política de financiamento agropecuário;

VIII – ampliar o acesso de agricultores ao financiamento, especialmente de agricultores com baixa renda, com vistas à superação das desigualdades socioeconômicas;

IX – coordenar e implementar ações destinadas:

  1. a) ao fortalecimento do cooperativismo de crédito; e
  2. b) à expansão do microcrédito e de outros instrumentos da economia solidária;

X – monitorar e avaliar o impacto econômico das políticas públicas implementadas pelo Ministério, especialmente daquelas que envolvam a atuação do Poder Público sobre os mercados de produtos agropecuários e agroindustriais;

XI – compilar, sistematizar e divulgar informações sobre produção, exportação, importação, consumo e estoque de produtos e insumos agropecuários e florestais brasileiros; e

XII – promover:

  1. a) a elaboração de estudos, diagnósticos e avaliações relativos aos efeitos da política econômica sobre o sistema produtivo agropecuário, de irrigação, de infraestrutura e de logística; e
  2. b) a realização de pesquisas e estudos referentes à captação de recursos para o setor agropecuário.

Art. 19. Ao Departamento de Gestão de Riscos compete:

I – elaborar estudos e propostas para a formulação e a implementação das políticas de gerenciamento de risco do setor agropecuário e para o desenvolvimento do seguro rural no País;

II – executar as atividades referentes ao Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural e atuar como sua Secretaria-Executiva;

III – propor e acompanhar a implementação e a execução de políticas, diretrizes e ações estabelecidas no âmbito do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural para a elaboração do Plano Trienal do Seguro Rural;

IV – administrar o Garantia-Safra;

V – estabelecer, em articulação com o Banco Central do Brasil, diretrizes e normas para o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária – Proagro, nos termos do disposto no art. 65-C da Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991;

VI – subsidiar a operacionalização da Comissão Especial de Recursos e atuar como sua Secretaria-Executiva; e

VII – formular propostas e participar de negociações de acordos, tratados ou convênios internacionais referentes à gestão de risco rural.

Art. 20. Ao Departamento de Análise Econômica e Políticas Públicas compete:

I – analisar e avaliar o impacto econômico das normas editadas pelos dirigentes do Ministério, mediante solicitação;

II – elaborar estudos de identificação e antecipação de tendências e oportunidades para a ampliação de produção e exportação de produtos agropecuários, agroindustriais e florestais brasileiros;

III – propor políticas e ações com vistas à diversificação e à agregação de valor à produção e à exportação agrícolas brasileiras;

IV – sistematizar o cruzamento de diferentes bases de dados para avaliação de políticas públicas para a agropecuária;

V – acompanhar e analisar os segmentos da agropecuária nos mercados interno e externo; e

VI – coordenar as atividades de inteligência territorial para a formulação e o monitoramento das políticas públicas do Ministério destinadas à agropecuária.

Art. 21. À Secretaria de Defesa Agropecuária compete:

I – assegurar a consecução dos objetivos da defesa agropecuária previstos no art. 27-A da Lei nº 8.171, de 1991;

II – exercer as funções de instância central e superior do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, nos termos do disposto no § 4º do art. 28-A da Lei nº 8.171, de 1991;

III – planejar, normatizar, coordenar, supervisionar e fiscalizar as atividades referentes à defesa agropecuária, inclusive quanto a:

  1. a) saúde animal e sanidade vegetal;
  2. b) alimentos, produtos, derivados e subprodutos de origem animal e vegetal;
  3. c) insumos agropecuários;
  4. d) registro e proteção de cultivares;
  5. e) trânsito internacional e interestadual de produtos e insumos agropecuários;
  6. f) trânsito intermunicipal, interestadual e internacional de animais e de seus produtos e subprodutos sob o aspecto de saúde animal;
  7. g) certificação zoofitossanitária;
  8. h) bem-estar animal;
  9. i) zoneamento zoofitossanitário;
  10. j) controle e monitoramento de resíduos e contaminantes em alimentos, produtos e insumos agropecuários;
  11. k) padronização e classificação de produtos e insumos agropecuários;
  12. l) registro de estabelecimentos e produtos agropecuários;
  13. m) auditoria nos estabelecimentos registrados ou cadastrados;
  14. n) registro genealógico de animais;
  15. o) rastreabilidade agropecuária;
  16. p) produção orgânica;
  17. q) aviação agrícola; e
  18. r) atividades e ensaios laboratoriais;

IV – coordenar e executar, diretamente ou por meio de suas unidades descentralizadas, em locais de fronteiras, portos marítimos e fluviais, aeroportos internacionais e estações aduaneiras especiais, as atividades de defesa agropecuária referentes à importação e à exportação de:

  1. a) animais terrestres e aquáticos vivos e seus produtos e subprodutos;
  2. b) vegetais, partes de vegetais e seus produtos e subprodutos; e
  3. c) insumos agrícolas, pecuários e aquícolas;

V – definir políticas e diretrizes gerais para defesa agropecuária;

VI – subsidiar a formulação da política agrícola quanto à defesa agropecuária;

VII – planejar, coordenar e executar atividades de prevenção e combate a fraudes contra a saúde pública e as relações de consumo, entre outros ilícitos relacionados à defesa agropecuária, observada a competência específica de outros órgãos da administração pública federal;

VIII – disponibilizar e manter atualizados os sistemas de informações sobre atividades relacionadas à defesa agropecuária;

IX – elaborar propostas e participar de negociações de acordos, tratados ou convênios internacionais referentes à defesa agropecuária, em articulação com os demais órgãos do Ministério;

X – promover, no âmbito de sua competência:

  1. a) a elaboração, a execução, o acompanhamento e a avaliação de planos, programas e ações;
  2. b) a articulação intrassetorial e intersetorial necessária à execução de atividades de defesa agropecuária; e
  3. c) a execução de atividades de comunicação de risco em defesa agropecuária, em articulação com a Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério;

XI – implementar as ações decorrentes de decisões de organismos e atos internacionais, tratados, acordos e convênios com governos estrangeiros, referentes aos assuntos de sua competência;

XII – propor o cronograma de ações de capacitação e de qualificação de servidores e de empregados e acompanhar a sua implementação;

XIII – coordenar, acompanhar e avaliar as atividades do Comitê Permanente de Análise e Revisão de Atos Normativos da Secretaria;

XIV – atuar, no âmbito do Ministério, em atividades relacionadas a organismos geneticamente modificados;

XV – programar, coordenar, acompanhar e executar atividades relacionadas à defesa agropecuária no âmbito internacional;

XVI – atuar, em articulação com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, nas negociações internacionais referentes à defesa agropecuária; e

XVII – propor a celebração de contratos administrativos, convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito sua competência.

  • 1º Compete à Secretaria de Defesa Agropecuária coordenar:

I – o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária;

II – o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal;

III – o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal;

IV – o Sistema Brasileiro de Inspeção e Fiscalização de Insumos Agrícolas;

V – o Sistema Brasileiro de Inspeção de Insumos Pecuários; e

VI – o Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional.

  • 2º Compete, ainda, à Secretaria de Defesa Agropecuária coordenar a Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, constituída pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária e por laboratórios credenciados, públicos e privados, incluídos os laboratórios de pesca e aquicultura.

Art. 22. Ao Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas compete:

I – elaborar as diretrizes de ação governamental para a sanidade vegetal, para a fiscalização e a garantia da qualidade de insumos agrícolas;

II – programar, coordenar, promover, acompanhar e avaliar a execução das atividades de:

  1. a) vigilância fitossanitária, incluída a definição dos requisitos fitossanitários a serem observados no trânsito nacional e internacional de plantas, produtos e derivados de origem vegetal e dos demais artigos regulamentados pelo Ministério;
  2. b) prevenção, controle e erradicação de pragas, especialmente quanto à definição de requisitos fitossanitários a serem observados na importação de:
  3. vegetais, partes de vegetais e seus produtos, incluídas as sementes e mudas;
  4. produtos vegetais destinados à alimentação animal; e
  5. inoculantes e agentes de controle biológico;
  6. c) fiscalização:
  7. do trânsito de vegetais, partes de vegetais, seus produtos, subprodutos e derivados, incluída a aplicação de requisitos fitossanitários a serem observados na importação e na exportação;
  8. da produção, da importação, da exportação e do trânsito interestadual de agrotóxicos, seus componentes e afins;
  9. da produção, da importação, da exportação e da comercialização de fertilizantes, corretivos, inoculantes, remineralizadores e substratos para plantas;
  10. da produção, da certificação e da comercialização de sementes e mudas; e
  11. da aviação agrícola;
  12. d) promoção de campanhas educativas e de outras ações de defesa fitossanitária; e
  13. e) registro de estabelecimentos, produtos e insumos agrícolas;

III – dirigir, coordenar e avaliar o Serviço Nacional de Proteção de Cultivares;

IV – realizar, diretamente ou por meio das unidades descentralizadas do Ministério, auditorias técnico-fiscal e operacional em estabelecimentos agrícolas, locais de fronteiras, portos marítimos e fluviais, aeroportos internacionais e estações aduaneiras especiais, quanto à sanidade vegetal e à fiscalização de insumos agrícolas, observados os princípios e as obrigações do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária;

V – formular propostas e participar de negociações nacionais e internacionais e implementar compromissos institucionais referentes às atividades de sua competência, em articulação com as unidades administrativas da Secretaria e com os demais órgãos do Ministério;

VI – coordenar e orientar a execução das atividades de responsabilidade do Ministério referentes à organização nacional de proteção fitossanitária, nos termos do disposto na Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais, promulgada pelo Decreto nº 5.759, de 17 de abril de 2006;

VII – elaborar e manter atualizada a lista de pragas com importância econômica e promover a execução de medidas para o seu controle e para a priorização da concessão de registros de agrotóxicos e afins para combatê-las;

VIII – homologar o registro de agrotóxicos e afins;

IX – estabelecer, alterar, suspender ou revogar requisitos fitossanitários para a importação de vegetais e de suas partes;

X – conceder, suspender, cancelar ou restringir a habilitação ou o credenciamento de entidades que desempenhem atividades relacionadas à defesa vegetal;

XI – elaborar e manter atualizada a lista de pragas quarentenárias presentes ou ausentes no País;

XII – apoiar a representação do Ministério, como organização nacional de proteção fitossanitária brasileira, junto ao Organismo Regional de Proteção Fitossanitária e à Presidência do referido Organismo, quando exercida pela República Federativa do Brasil;

XIII – autorizar a inscrição dos agentes habilitados para emissão de Certificado Fitossanitário na base de dados do Organismo Regional de Proteção Fitossanitária;

XIV – avaliar os sistemas de sanidade vegetal dos entes federativos para promover a harmonização de regulamentos e integração de interfaces operacionais;

XV – subsidiar e apoiar as ações de controle de resíduos e contaminantes;

XVI – auditar o autocontrole dos estabelecimentos regulados pelo Departamento;

XVII – gerir os riscos relacionados às pragas de vegetais e aos insumos e serviços agrícolas, com base nos procedimentos de análise e avaliação de risco;

XVIII – elaborar e avaliar as especificações de referência para os produtos fitossanitários com o uso aprovado para a agricultura orgânica;

XIX – coordenar, apoiar, organizar, analisar e subsidiar as atividades referentes aos organismos geneticamente modificados, em articulação com as demais unidades administrativas da Secretaria; e

XX – propor, subsidiar e participar da elaboração e da revisão de atos normativos, da análise de impacto regulatório e da construção da agenda regulatória da Secretaria.

Art. 23. Ao Departamento de Saúde Animal compete:

I – elaborar as diretrizes de ação governamental para a saúde dos animais e para a fiscalização e a garantia de qualidade dos produtos de uso veterinário e materiais de multiplicação animal;

II – planejar, coordenar, acompanhar e avaliar a execução das atividades de:

  1. a) vigilância zoossanitária;
  2. b) prevenção, controle e erradicação de doenças dos animais;
  3. c) fiscalização do transporte e do trânsito de animais;
  4. d) bem-estar de animais de produção;
  5. e) registro e fiscalização de produtos de uso veterinário;
  6. f) registro e fiscalização de material de multiplicação animal;
  7. g) registro genealógico animal e de provas zootécnicas; e
  8. h) auditoria:
  9. dos sistemas e protocolos de rastreabilidade de animais; e
  10. do Programa de Avaliação da Qualidade e Aperfeiçoamento dos Serviços Veterinários Oficiais das Instâncias do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária e de suas diretrizes gerais, no âmbito da saúde animal;

III – estabelecer os requisitos zoossanitários para:

  1. a) o ingresso no País de animais, materiais de multiplicação animal, insumos pecuários e produtos de origem animal, independentemente de sua destinação final; e
  2. b) a exportação de animais, matérias de multiplicação animal, insumos pecuários e produtos de origem animal, observados os requisitos estabelecidos pelas autoridades veterinárias dos países importadores;

IV – acompanhar as atividades de vigilância pecuária e fiscalização da importação e da exportação de animais, produtos de uso veterinário e materiais de multiplicação animal realizadas em portos, aeroportos internacionais, locais de fronteiras e estações aduaneiras especiais;

V – realizar, diretamente ou por meio das unidades descentralizadas do Ministério, auditorias técnico-fiscal e operacional em estabelecimentos agropecuários, aquícolas e pesqueiros, locais de fronteiras, portos marítimos e fluviais, aeroportos internacionais e estações aduaneiras especiais, quanto à saúde animal e à fiscalização do registro genealógico animal e dos produtos de uso veterinário e materiais de multiplicação animal, observados os princípios e as obrigações estabelecidos pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária;

VI – estabelecer os requisitos para o registro de produtos de uso veterinário e registrar os referidos produtos;

VII – coordenar, executar e acompanhar as atividades de farmacovigilância;

VIII – elaborar propostas e participar de negociações nacionais e internacionais e implementar os compromissos institucionais referentes às atividades de sua competência, em articulação com as unidades administrativas da Secretaria e os demais órgãos do Ministério;

IX – representar o Ministério na Organização Mundial de Saúde Animal e em outros órgãos, instituições e fóruns que tratem de temas relacionados a sua área de atuação;

X – subsidiar e apoiar as ações de controle de resíduos e contaminantes;

XI – auditar o autocontrole dos estabelecimentos regulados pelo Departamento;

XII – gerir os riscos relacionados às doenças dos animais e à fiscalização do registro genealógico animal e dos produtos de uso veterinário e dos materiais de multiplicação animal, com base nos procedimentos de análise e avaliação de risco;

XIII – apoiar, analisar e subsidiar as atividades relacionadas aos organismos geneticamente modificados, em articulação com as demais unidades administrativas da Secretaria; e

XIV – propor, subsidiar e participar da elaboração e da revisão de atos normativos, da análise de impacto regulatório e da construção da agenda regulatória da Secretaria.

Art. 24. Ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal compete:

I – elaborar as diretrizes de ação governamental para a classificação, a inspeção e a fiscalização de produtos de origem vegetal;

II – programar, coordenar, promover, acompanhar e avaliar as atividades de:

  1. a) fiscalização, auditoria e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica de:
  2. estabelecimentos de produtos vegetais e de seus derivados; e
  3. estabelecimentos de bebidas, vinhos e derivados da uva e do vinho; e
  4. b) fiscalização da classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico;

III – realizar, diretamente ou por meio das unidades descentralizadas do Ministério, auditorias técnico-fiscal e operacional em estabelecimentos agrícolas, locais de fronteiras, portos marítimos e fluviais, aeroportos internacionais e estações aduaneiras especiais, quanto à inspeção de produtos de origem vegetal, observados os princípios e as obrigações do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária;

IV – coordenar as atividades e as ações de padronização e classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico;

V – elaborar propostas e participar de negociações nacionais e internacionais e implementar os compromissos institucionais referentes às atividades de sua competência, em articulação com as unidades administrativas da Secretaria e com os demais órgãos do Ministério;

VI – coordenar programas de monitoramento e controle de resíduos e contaminantes em alimentos e produtos de origem vegetal;

VII – auditar o autocontrole dos estabelecimentos regulados pelo Departamento;

VIII -gerir os riscos relacionados a alimentos, produtos de origem vegetal, bebidas e vinhos e derivados da uva e do vinho, com base nos procedimentos de análise e avaliação de risco;

IX – apoiar, analisar e subsidiar as atividades referentes aos organismos geneticamente modificados, em articulação com as demais unidades administrativas da Secretaria; e

X – propor, subsidiar e participar da elaboração e da revisão de atos normativos, da análise de impacto regulatório e da construção da agenda regulatória da Secretaria.

Art. 25. Ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal compete:

I – elaborar as diretrizes de ação governamental para a inspeção e a fiscalização de produtos e derivados de origem animal e de produtos destinados à alimentação animal;

II – programar, coordenar, promover, acompanhar, avaliar e executar, por meio das unidades descentralizadas, as atividades de inspeção e de fiscalização sanitária e industrial de produtos e derivados de origem animal e de produtos destinados à alimentação animal;

III – realizar, diretamente ou por meio das unidades descentralizadas do Ministério, auditorias técnico-fiscal e operacional em estabelecimentos agropecuários, locais de fronteiras, portos marítimos e fluviais, aeroportos internacionais e estações aduaneiras especiais, quanto à inspeção de produtos de origem animal e produtos destinados à alimentação animal, observados os princípios e as obrigações gerais estabelecidos pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária;

IV – formular propostas e participar de negociações nacionais e internacionais e implementar compromissos institucionais referentes às atividades de sua competência, em articulação com as unidades administrativas da Secretaria e com os demais órgãos do Ministério;

V – registrar e fiscalizar produtos destinados à alimentação animal;

VI – coordenar programas de monitoramento e controle de resíduos e contaminantes em produtos de origem animal e produtos destinados à alimentação animal;

VII – auditar o autocontrole dos estabelecimentos regulados pelo Departamento;

VIII – gerir os riscos relacionados aos alimentos e aos produtos de origem animal e produtos destinados à alimentação animal, com base nos procedimentos de análise e avaliação de risco;

IX – apoiar, analisar e subsidiar as atividades referentes aos organismos geneticamente modificados, em articulação com as demais unidades administrativas da Secretaria; e

X – propor, subsidiar e participar da elaboração e da revisão de atos normativos, da análise de impacto regulatório e da construção da agenda regulatória da Secretaria.

Art. 26. Ao Departamento de Serviços Técnicos compete:

I – gerir:

  1. a) o Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional; e
  2. b) a Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária;

II – coordenar:

  1. a) os mecanismos de controle da produção orgânica;
  2. b) o Sistema Nacional de Emergências Agropecuárias – Sineagro;
  3. c) o Centro Nacional de Cães de Detecção; e
  4. d) as estratégias e os meios de comunicação de risco;

III – formular propostas e participar de negociações nacionais e internacionais e implementar compromissos institucionais referentes às atividades de sua competência, em articulação com as unidades administrativas da Secretaria e com os demais órgãos do Ministério;

IV – auditar o autocontrole dos estabelecimentos regulados pelo Departamento; e

V – propor, subsidiar e participar da elaboração e da revisão de atos normativos, da análise de impacto regulatório e da construção da agenda regulatória da Secretaria.

Art. 27. Ao Departamento de Suporte e Normas compete:

I – apoiar o Secretário de Defesa Agropecuária na coordenação:

  1. a) do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária;
  2. b) do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal;
  3. c) do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal; e
  4. d) dos sistemas específicos de inspeção para insumos utilizados na agropecuária;

II – promover a gestão e a governança do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, em suas interações de trabalho no âmbito da Secretaria, órgãos e entidades do Ministério, outros órgãos e entidades públicas e instituições do setor privado;

III – elaborar a agenda regulatória da Secretaria;

IV – coordenar, em articulação com as demais unidades administrativas da Secretaria:

  1. a) a elaboração de propostas de atos normativos e normas da defesa agropecuária; e
  2. b) a realização de estudos e processos de avaliação de risco das áreas da defesa agropecuária;

V – apoiar as demais unidades administrativas da Secretaria na elaboração de propostas, na participação de negociações internacionais e na preparação para o recebimento de missões e auditorias internacionais, referentes à defesa agropecuária;

VI – coordenar a adoção de medidas e o aprimoramento de procedimentos, com vistas ao atendimento das recomendações dos órgãos de controle; e

VII – coordenar e executar auditorias nas unidades administrativas da Secretaria, inclusive em suas unidades descentralizadas.

Art. 28. Ao Departamento de Gestão Corporativa compete:

I – coordenar e orientar as atividades da Secretaria relacionadas:

  1. a) à gestão estratégica na defesa agropecuária, especialmente na elaboração do Plano Plurianual, do Plano Estratégico Corporativo do Ministério e do Plano de Defesa Agropecuária;
  2. b) à gestão de projetos;
  3. c) à gestão de processos na defesa agropecuária;
  4. d) à racionalização e à simplificação de procedimentos e técnicas aplicados nas operações e nos serviços de defesa agropecuária;
  5. e) ao estudo, à implementação, ao monitoramento e à avaliação de indicadores de desempenho gerenciais da Secretaria e dos programas de defesa agropecuária;
  6. f) aos temas de desenvolvimento institucional, organizacional e de recursos humanos; e
  7. g) ao planejamento da Secretaria e de seus planos, programas, projetos e processos e sua compatibilização com os planos operativos anuais;

II – atuar como unidade coordenadora de desenvolvimento e execução de programas e projetos especiais;

III – apoiar as unidades administrativas da Secretaria na gestão estratégica e operacional do pessoal das carreiras e dos cargos de auditoria e fiscalização federal agropecuária;

IV – subsidiar e apoiar as unidades administrativas da Secretaria no planejamento, na coordenação e no acompanhamento das atividades estratégicas e operacionais de defesa agropecuária;

V – coordenar, observadas as orientações emitidas pelo órgão setorial do Ministério:

  1. a) as atividades de administração geral;
  2. b) a programação e a execução orçamentária e financeira; e
  3. c) o planejamento e o preparo das propostas de aquisições de materiais e bens e as contratações de serviços para a defesa agropecuária;

VI – coordenar a prospecção de tecnologias da informação e comunicação de interesse da defesa agropecuária, em articulação com o órgão setorial do Ministério;

VII – articular, em conjunto com as unidades administrativas de defesa agropecuária e a unidade de tecnologia da informação do Ministério, a gestão dos projetos de desenvolvimento e de manutenção de sistemas de informação específicos para a defesa agropecuária; e

VIII – propor, subsidiar e participar da elaboração e da revisão de atos normativos, da análise de impacto regulatório e da construção da agenda regulatória da Secretaria.

Art. 29. À Secretaria de Aquicultura e Pesca compete:

I – formular e normatizar as diretrizes sobre a ação governamental para a política nacional da aquicultura e da pesca;

II – propor e avaliar políticas e iniciativas e definir estratégias de gestão do uso sustentável dos recursos pesqueiros;

III – organizar e manter o Registro Geral da Atividade Pesqueira;

IV – estabelecer critérios, padrões e medidas de ordenamento do uso sustentável dos recursos pesqueiros e da aquicultura;

V – conceder licenças, permissões e autorizações para o exercício da aquicultura e das seguintes modalidades de pesca no território nacional:

  1. a) pesca comercial, artesanal e industrial;
  2. b) pesca de espécimes ornamentais;
  3. c) pesca de subsistência; e
  4. d) pesca amadora ou desportiva;

VI – autorizar o arrendamento e a nacionalização de embarcações de pesca e de sua operação, observados os limites de sustentabilidade;

VII – operacionalizar a concessão da subvenção econômica ao preço do óleodieselinstituída pela Lei nº 9.445, de 1997;

VIII – fornecer ao Ministério do Meio Ambiente os dados do Registro Geral da Atividade Pesqueira relativos às licenças, permissões e autorizações concedidas para a pesca e a aquicultura, para fins de registro automático no Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais;

IX – elaborar, executar, acompanhar e avaliar planos, programas e ações, no âmbito de sua competência;

X – promover a articulação intrassetorial e intersetorial necessária à execução de atividades aquícola e pesqueira;

XI – subsidiar com informações técnicas a execução da pesquisa aquícola e pesqueira;

XII – promover a modernização e a implantação de infraestrutura e sistemas de apoio à produção pesqueira ou aquícola e ao beneficiamento e à comercialização do pescado, inclusive quanto à difusão de tecnologia, à extensão aquícola e à capacitação;

XIII – administrar os terminais pesqueiros públicos, de forma direta ou indireta;

XIV – instituir e auditar o programa de controle sanitário das embarcações de pesca, exceto de barcos-fábrica; e

XV – propor a celebração de contratos administrativos, convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito de competência.

Parágrafo único. Para fins do disposto no inciso V docaput, estão compreendidos no território nacional as águas continentais e interiores e o mar territorial da plataforma continental e da zona econômica exclusiva, as áreas adjacentes e as águas internacionais, excluídas as unidades de conservação federais, sem prejuízo das licenças ambientais previstas na legislação.

Art. 30. Ao Departamento de Ordenamento e Desenvolvimento da Aquicultura compete:

I – executar o planejamento da aquicultura e identificar cenários promissores para a aquicultura, com base nas políticas e diretrizes governamentais;

II – efetivar a cessão de uso de águas públicas de domínio da União para fins de aquicultura;

III – elaborar propostas de atos normativos relativos às atividades de aquicultura em águas da União, em estabelecimentos rurais e urbanos;

IV – formular, supervisionar e avaliar políticas, programas e ações para o setor da aquicultura;

V – monitorar as metas e os indicadores estabelecidos para o ordenamento e o desenvolvimento da aquicultura;

VI – estabelecer critérios, normas e padrões técnicos para acesso aos programas de sua área de competência;

VII – implementar as ações decorrentes de tratados, acordos e convênios com governos estrangeiros e organismos nacionais e internacionais, em seu âmbito de competência;

VIII – regularizar e fiscalizar a autorização de uso de espaços físicos de corpos d’água de domínio da União para fins de aquicultura; e

IX – fornecer subsídios para a execução de políticas para o fomento e a pesquisa da atividade de aquicultura.

Art. 31. Ao Departamento de Ordenamento e Desenvolvimento da Pesca compete:

I – propor políticas, programas e ações para o desenvolvimento sustentável da pesca;

II – propor medidas e critérios de ordenamento das atividades de pesca:

  1. a) industrial e artesanal;
  2. b) de espécimes ornamentais;
  3. c) de subsistência; e
  4. d) amadora ou desportiva;

III – articular o apoio institucional interno e externo em temas relacionados à atividade pesqueira;

IV – monitorar metas e indicadores de desempenho estabelecidos para o ordenamento e o desenvolvimento da pesca;

V – implementar as ações decorrentes de tratados, acordos e convênios com governos estrangeiros e organismos nacionais e internacionais, em seu âmbito de competência;

VI – analisar os pedidos de autorização, no âmbito do ordenamento:

  1. a) de embarcações nacionais para desenvolver atividade pesqueira;
  2. b) de arrendamento e nacionalização de embarcações de pesca; e
  3. c) para operação de embarcações estrangeiras de pesca, nas hipóteses previstas em acordos internacionais de pesca firmados pela República Federativa do Brasil;

VII – coordenar o Sistema de Gestão para o Uso Sustentável dos Recursos Pesqueiros;

VIII – subsidiar a execução de políticas para o fomento e a pesquisa da atividade pesqueira;

IX – implementar políticas, programas, ações, medidas e critérios de controle sanitário de embarcações de pesca; e

X – operacionalizar a concessão da subvenção econômica ao preço do óleodieselinstituída pela Lei nº 9.445, de 1997.

Art. 32. Ao Departamento de Registro e Monitoramento de Aquicultura e Pesca compete:

I – formular as políticas de registro e monitoramento das atividades de aquicultura e pesca;

II – coordenar, organizar e manter o Registro Geral da Atividade Pesqueira;

III – apoiar a normatização do exercício da aquicultura e da pesca;

IV – coordenar e orientar os procedimentos para a concessão dos pedidos de licenças, permissões e autorizações para o exercício da aquicultura e da pesca;

V – emitir autorização para a operação de embarcações estrangeiras de pesca arrendadas ou nacionalizadas, nas hipóteses previstas em acordos internacionais de pesca firmados pela República Federativa do Brasil;

VI – controlar a emissão de licenças, permissões e autorizações para o exercício da aquicultura e da pesca no território nacional, nos termos do disposto no parágrafo único do art. 29;

VII – coordenar o sistema de coleta e sistematização de dados sobre aquicultura e pesca;

VIII – fornecer aos órgãos da administração pública federal os dados do Registro Geral da Atividade Pesqueira relativos às licenças, permissões e autorizações concedidas para o exercício da aquicultura e da pesca, para fins de registro automático dos beneficiários no Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais; e

IX – coordenar e emitir a certificação de captura legal, reportada e regulamentada para fins de exportação de produtos pesqueiros.

Art. 33. À Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo compete:

I – elaborar as diretrizes de ação governamental para:

  1. a) a integração dos beneficiários da reforma agrária na agricultura familiar;
  2. b) o desenvolvimento do cooperativismo e do associativismo; e
  3. c) a assistência técnica e extensão rural;

II – propor, normatizar, planejar, fomentar, orientar, coordenar, supervisionar e avaliar, no âmbito do Ministério, as atividades relacionadas com:

  1. a) a agricultura familiar e os assentamentos da reforma agrária;
  2. b) o cooperativismo e o associativismo rural;
  3. c) o agroextrativismo;
  4. d) a agricultura urbana e periurbana; e
  5. e) a infraestrutura para área rural no âmbito de projetos produtivos;

III – contribuir para a redução da pobreza no meio rural, por meio de ações de apoio à geração e à ampliação da capacidade produtiva no campo e à melhoria da renda dos agricultores;

IV – promover e coordenar a política de crédito fundiário, incluída a gestão do Fundo de Terras e da Reforma Agrária – Banco da Terra, de que trata a Lei Complementar nº 93, de 4 de fevereiro de 1998;

V – fortalecer as redes de comercialização;

VI – propor a celebração de contratos administrativos, convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres, em seu âmbito de competência;

VII – formular propostas e auxiliar nas negociações de acordos, tratados ou convênios internacionais referentes aos assuntos de sua competência, em articulação com outras unidades do Ministério; e

VIII – gerir o cadastro de agricultores familiares.

Art. 34. Ao Departamento de Desenvolvimento Comunitário compete:

I – estimular, coordenar e fortalecer a política nacional de assistência técnica e extensão rural;

II – articular-se com as demais unidades administrativas do Ministério, com os órgãos e as entidades do Poder Executivo federal, estadual, distrital e municipal e com a sociedade civil para a implementação da política nacional de assistência técnica e extensão rural;

III – contribuir para a formulação da política agrícola quanto à assistência técnica e à extensão rural;

IV – articular e acompanhar ações de capacitação e de profissionalização de agricultores;

V – propor a adoção de metodologias de assistência técnica e extensão rural; e

VI – articular as políticas públicas instituídas no âmbito do Ministério com as demais ações e políticas públicas da administração pública federal, com o objetivo de potencializar o desenvolvimento dos agricultores e de suas organizações.

Art. 35. Ao Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados compete:

I – formular, planejar e coordenar políticas e diretrizes referentes ao cooperativismo;

II – planejar, propor, desenvolver, promover e apoiar programas, projetos, ações e atividades de cooperativismo e associativismo rural nas áreas de:

  1. a) capacitação;
  2. b) profissionalização da gestão; e
  3. c) intercooperação;

III – planejar, gerenciar e supervisionar as iniciativas de compras institucionais dos agricultores familiares para o abastecimento alimentar realizadas pela Conab; e

IV – promover o acesso aos mercados, nacional e internacional, das organizações de agricultores.

Art. 36. Ao Departamento de Estruturação Produtiva compete:

I – implementar ações para a organização de sistemas produtivos e a inclusão produtiva;

II – planejar e implementar ações, projetos e programas destinados ao fomento da produção agropecuária dos assentamentos da reforma agrária e dos povos e das comunidades tradicionais;

III – planejar e implementar ações, projetos e desenvolvimento dos povos e das comunidades tradicionais;

IV – coordenar, gerenciar, programar, monitorar e avaliar o Selo Combustível Social;

V – formular, coordenar e avaliar as políticas de participação da agricultura familiar nas cadeias de produção de biocombustíveis;

VI – apoiar e fomentar políticas e projetos de participação da agricultura familiar:

  1. a) nas cadeias de produção de produtos da bioeconomia; e
  2. b) nas áreas relacionadas com o agroextrativismo e a sociobiodiversidade;

VII – manter atualizado o cadastro de agricultores familiares; e

VIII – propor convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres, em seu âmbito de competência.

Art. 37. Ao Departamento de Gestão do Crédito Fundiário compete:

I – formular, propor, normatizar e implementar o crédito fundiário;

II – controlar e fiscalizar os contratos do crédito fundiário;

III – executar ações de capacitação de agentes de fomento, de técnicos e de trabalhadores rurais para acesso ao crédito fundiário;

IV – propor acordos ou convênios com os Estados, o Distrito Federal, os Municípios, as organizações da sociedade civil, os agentes financeiros e outras instituições para a implementação do crédito fundiário; e

V – gerir o Fundo de Terras e da Reforma Agrária – Banco da Terra, de que trata a Lei Complementar nº 93, de 1998.

Art. 38. À Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação compete:

I – formular políticas públicas para a inovação e o desenvolvimento rural e promover a sua integração com outras políticas públicas, com ênfase em:

  1. a) melhoria do ambiente brasileiro de inovação para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca, por meio do aperfeiçoamento e da simplificação de mecanismos regulatórios, fiscais, de financiamento e investimento;
  2. b) apoio à inserção da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca na economia do conhecimento; e
  3. c) mobilização de recursos para a inovação e o desenvolvimento rural;

II – planejar, fomentar, orientar, coordenar, supervisionar e avaliar, no âmbito do Ministério e de suas entidades vinculadas, as atividades relacionadas com:

  1. a) processos de apoio à inovação, incluídos o desenvolvimento e a adoção de tecnologias de ponta e novos insumos;
  2. b) inovações agregadoras de valor aos produtos e processos agrícolas, pecuários, da pesca, da aquicultura e extrativistas;
  3. c) conservação, proteção e gestão de recursos genéticos de interesse para a agricultura, a pecuária, a aquicultura, a pesca e a alimentação;
  4. d) bioeconomia das espécies de interesse agropecuário;
  5. e) boas práticas agropecuárias;
  6. f) produção não convencional, integrada e sustentável;
  7. g) indicação geográfica, denominação de origem, marcas coletivas e certificação dos produtos agropecuários;
  8. h) fomento ao setor agropecuário com ênfase na inovação, no desenvolvimento rural, no desenvolvimento das cadeias produtivas e na irrigação;
  9. i) infraestrutura para área rural no âmbito de projetos de desenvolvimento regional;
  10. j) manejo e conservação do solo e da água;
  11. k) recuperação de áreas degradadas e recomposição florestal;
  12. l) adaptação aos impactos causados pelas mudanças climáticas; e
  13. m) desenvolvimento da cacauicultura e de sistemas agroflorestais associados;

III – propor a celebração de contratos administrativos, convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito de competência;

IV – conduzir o processo de formulação da Política Nacional de Irrigação e de seus instrumentos, observadas as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional, instituída pelo Decreto nº 9.810, de 30 de maio de 2019;

V – formular propostas e auxiliar nas negociações de acordos, de tratados ou de convênios internacionais concernentes aos temas relacionados aos assuntos de sua competência em articulação com outras unidades do Ministério; e

VI – atuar como Secretaria-Executiva do Comitê Estratégico do Programa Nacional de Solos do Brasil – PronaSolos.

Art. 39. Ao Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária compete:

I – estabelecer o Foro de Inovação Agropecuária e articular-se com

  1. a) a Embrapa;
  2. b) o Conselho Nacional das Entidades Estaduais de Pesquisa Agropecuária;
  3. c) as universidades e os institutos federais de educação, ciência e tecnologia;
  4. d) as agências de fomento;
  5. e) as fundações públicas;
  6. f) o setor privado; e
  7. g) o terceiro setor;

II – propor e implementar planos, programas, projetos, ações e atividades destinados:

  1. a) à cooperação nacional e internacional incentivadora da inovação;
  2. b) ao fomento e à criação de polos tecnológicos e destart-upsem inovação agrícola;
  3. c) ao desenvolvimento e à adoção de novas tecnologias na agropecuária;
  4. d) ao monitoramento das mudanças de percepção pública da agricultura e de suas novas tecnologias; e
  5. e) à implantação de modelo de governança e gestão dos bancos de germoplasma do Ministério e de suas entidades vinculadas, incluídos os recursos genéticos; e

III – formular propostas e participar de negociações de acordos, tratados, convênios e outros instrumentos congêneres referentes ao desenvolvimento de inovação para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca, em articulação com as demais unidades do Ministério.

Art. 40. Ao Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas compete:

I – propor e fomentar planos, programas, projetos, ações e atividades destinados ao desenvolvimento de cadeias produtivas;

II – formular propostas e participar de negociações de acordos tratados, convênios e outros instrumentos congêneres referentes ao desenvolvimento de cadeias produtivas em articulação com as demais unidades do Ministério; e

III – propor e implementar políticas públicas e projetos para o desenvolvimento das cadeias produtivas em articulação com as demais unidades do Ministério.

Art. 41. Ao Departamento de Produção Sustentável e Irrigação compete:

I – propor e implementar planos, programas, projetos, ações e atividades destinados a promover o desenvolvimento e a disseminação de tecnologias sustentáveis e boas práticas que visem:

  1. a) à recuperação de áreas degradadas e à recomposição florestal;
  2. b) ao manejo e à conservação do solo e da água em microbacias;
  3. c) à adaptação e à mitigação dos impactos causados por mudanças climáticas;
  4. d) à produção não convencional e integrada; e
  5. e) à produção sustentável agropecuária;

II – propor normas, coordenar, controlar, auditar e fiscalizar as atividades, no âmbito do Ministério, relacionadas com indicação geográfica;

III – formular propostas e participar de negociações de acordos, tratados, convênios e outros instrumentos congêneres referentes ao desenvolvimento de temas relacionados a sistemas sustentáveis de produção em articulação com as demais unidades do Ministério;

IV – propor e implementar políticas públicas para o desenvolvimento de sistemas sustentáveis de produção em articulação com as demais unidades do Ministério;

V – coordenar e orientar, observado o disposto na Política Nacional de Irrigação, a formulação de planos e programas regionais de desenvolvimento da agricultura irrigada; e

VI – promover a otimização da cadeia produtiva na agricultura irrigada por meio de financiamentos, difusão de práticas de gestão e implementação de certificações.

Art. 42. À Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira compete:

I – propor e implementar planos, programas, projetos, ações e atividades de pesquisa e inovação referentes ao desenvolvimento da lavoura cacaueira;

II – participar de negociações e propor a celebração de contratos, convênios, acordos, ajustes e instrumentos congêneres referentes ao desenvolvimento da lavoura cacaueira em articulação com as demais unidades do Ministério;

III – administrar os recursos provenientes do Fundo Geral do Cacau; e

IV – orientar e coordenar as atividades relacionadas às Superintendências Regionais de Desenvolvimento da Lavoura Cacaueira.

Art. 43. Ao Instituto Nacional de Meteorologia compete:

I – realizar levantamentos meteorológicos e climatológicos aplicados à agricultura e a outras atividades correlatas;

II – propor a celebração de contrato, convênios, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito de competência sob a supervisão da Secretaria-Executiva do Ministério;

III – coordenar, elaborar e executar programas e projetos de pesquisas agrometeorológicas e de acompanhamento de modificações climáticas e ambientais;

IV – elaborar e divulgar a previsão do tempo, os avisos e os boletins meteorológicos especiais;

V – estabelecer, coordenar e operar as redes de observações meteorológicas e de transmissão de dados, incluídas aquelas integradas à rede internacional; e

VI – orientar e coordenar, no âmbito do Ministério, as atividades relacionadas aos Distritos de Meteorologia.

Art. 44. À Secretaria de Comércio e Relações Internacionais compete:

I – formular propostas de políticas e programas de comércio exterior agrícola, coordenar a participação e representar o Ministério em negociações internacionais referentes à agricultura, pecuária, aquicultura e pesca;

II – analisar e acompanhar a evolução e a implementação de atos internacionais, de financiamentos externos e de deliberações relativas à política externa e comercial para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca, em âmbito bilateral, regional e multilateral, incluídas as questões que afetem a oferta de alimento e que apresentem implicações para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca;

III – coordenar e promover o desenvolvimento de atividades, em âmbito internacional, em articulação com os demais órgãos da administração pública federal e com representantes do setor privado, nas áreas de:

  1. a) promoção comercial da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca;
  2. b) atração de investimentos estrangeiros e internacionalização de empresas brasileiras;
  3. c) cooperação internacional; e
  4. d) articulação para pagamento dos organismos internacionais e financiamentos externos;

IV – acompanhar e participar da formulação e da implementação de medidas de defesa comercial;

V – apoiar a elaboração de estratégias para o fomento da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca nacionais em cooperação com outros órgãos e entidades da administração pública federal e do setor privado;

VI – analisar a conjuntura e as tendências do mercado externo para os produtos da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca;

VII – coordenar, acompanhar, analisar e avaliar as atividades de adidos agrícolas brasileiros no exterior;

VIII – representar o Ministério em organismos internacionais, além de coordenar e acompanhar, em articulação com outras unidades do Ministério, a implementação de decisões daqueles organismos;

IX – gerir e dar publicidade ao banco de dados relativo às estatísticas de comércio exterior agrícola brasileiro, aos requisitos dos mercados importadores e aos históricos das negociações e dos contenciosos relativos à agricultura, à pecuária, à aquicultura e à pesca, além dos principais riscos e oportunidades potenciais às cadeias produtivas;

X – apoiar os demais órgãos do Ministério e contribuir na elaboração da política agrícola nacional nos temas de sua competência;

XI – assistir o Ministro e os dirigentes das demais unidades do Ministério na coordenação, na preparação e na supervisão de missões e de assuntos internacionais, bilaterais e multilaterais;

XII – coordenar a atuação em fóruns de negociações internacionais que incluam temas de interesse da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca;

XIII – promover, em seu âmbito de competência, a elaboração, a execução, o acompanhamento e a avaliação de planos, programas e ações; e

XIV – propor a celebração de contratos administrativos, convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito de competência.

Art. 45. Ao Departamento de Negociações e Análises Comerciais compete:

I – participar, articular e elaborar propostas para negociações multilaterais, regionais e bilaterais de acordos comerciais em temas como acesso a mercados, regras de origem, contenciosos, defesa comercial, além de analisar as deliberações relativas a práticas comerciais no mercado internacional que envolvam assuntos de interesse da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca;

II – acompanhar a implementação de acordos comerciais multilaterais, regionais e bilaterais firmados pela República Federativa do Brasil com outros mercados, que tenham implicações para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca;

III – monitorar questões que afetem a oferta de alimento ou que sejam de interesse da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca, no âmbito dos organismos internacionais;

IV – notificar organismos internacionais de políticas implementadas pelo Governo federal para a agricultura e elaborar análise de consistência e coerência das notificações de caráter comercial dos países-membros de organismos internacionais de interesse para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca;

V – identificar oportunidades, obstáculos e cenários para o desenvolvimento de estratégias de acesso dos produtos da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca ao mercado internacional;

VI – monitorar a implementação de políticas agrícolas de países estrangeiros e produzir análises sobre os impactos dessas políticas para o comércio internacional de alimentos e para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca;

VII – atuar nas negociações de integração regional, na elaboração de propostas relativas à política comercial externa do Mercado Comum do Sul – Mercosul e nos temas de interesse para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca;

VIII – estabelecer parcerias com os setores público e privado para otimizar o resultado das negociações internacionais no acesso a mercados e o aumento da competitividade da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca brasileiras;

IX – coletar, analisar e disponibilizar dados e informações estatísticas do comércio exterior brasileiro da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca; e

X – representar a Secretaria em órgãos colegiados em temas referentes a tarifas de importação e exportação e defesa comercial e interesse público relativos à agricultura, à pecuária, à aquicultura e à pesca.

Art. 46. Ao Departamento de Temas Técnicos, Sanitários e Fitossanitários compete:

I – articular e participar com as unidades administrativas do Ministério da elaboração de propostas de negociações e de acordos internacionais sobre temas sanitários, fitossanitários, assuntos não tarifários e de propriedade intelectual de interesse da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca;

II – acompanhar a implementação de negociações e de acordos sanitários, fitossanitários e de outros temas não tarifários e de propriedade intelectual que tenham implicações para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca, dos quais a República Federativa do Brasil seja signatária ou participe do processo de negociação;

III – elaborar a análise de consistência e coerência das regulações e proposições sobre questões sanitárias e fitossanitárias e sobre outros temas não tarifários relativos à agricultura, à pecuária, à aquicultura e à pesca, notificados pelos países à Organização Mundial do Comércio e a outros organismos internacionais dos quais a República Federativa do Brasil seja parte;

IV – acompanhar e analisar as questões de interesse da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca nos organismos internacionais;

V – acompanhar negociações e analisar normas, medidas sanitárias e fitossanitárias e outras disciplinas não tarifárias e de propriedade intelectual dos principais países produtores, importadores, exportadores e blocos econômicos relativas aos produtos da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca;

VI – contribuir com a elaboração de políticas de defesa da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca e de outras políticas que tratem de temas não tarifários, observados os compromissos decorrentes de acordos internacionais dos quais a República Federativa do Brasil seja signatária ou participe do processo de negociação;

VII – propor e negociar ações de cooperação em matérias sanitárias e fitossanitárias e em outros temas não tarifários e de propriedade intelectual de interesse da agricultura, da aquicultura e da pesca;

VIII – orientar os adidos agrícolas brasileiros no exterior sobre as ações relacionadas a temas:

  1. a) sanitários;
  2. b) fitossanitários;
  3. c) de sustentabilidade ambiental;
  4. d) de material genético animal e vegetal;
  5. e) de produção orgânica;
  6. f) de indicação geográfica em produtos da agricultura;
  7. g) de clima e mudanças climáticas na agricultura;
  8. h) de temas sociais;
  9. i) de bem-estar animal;
  10. j) de biossegurança;
  11. k) de biosseguridade;
  12. l) de segurança alimentar;
  13. m) de florestas;
  14. n) de proteção de cultivares; e
  15. o) de outros assuntos não tarifários; e

IX – analisar as deliberações relativas às exigências oficiais e às certificações que envolvam assuntos de interesse da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca.

Art. 47. Ao Departamento de Promoção Comercial e Investimentos compete:

I – elaborar planos, estratégias, diretrizes e análises para promover:

  1. a) a comercialização externa de produtos da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca;
  2. b) os investimentos estrangeiros em áreas estratégicas para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca;
  3. c) a internacionalização de empresas brasileiras da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca; e
  4. d) a imagem de produtos e serviços da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca no exterior;

II – subsidiar propostas e ações de políticas públicas para o incremento da qualidade e da competitividade da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca;

III – propor, programar e articular a participação do Ministério em eventos internacionais e nacionais de promoção comercial, de imagem e de atração de investimentos estrangeiros;

IV – articular ações e estabelecer parcerias com os setores público e privado para:

  1. a) atrair investimentos estrangeiros em áreas estratégicas para a agricultura, a pecuária, a aquicultura e a pesca; e
  2. b) promover a imagem de produtos e serviços da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca no exterior, e avaliar os seus resultados;

V – promover a interação entre os diversos segmentos da cadeia produtiva da agricultura, da pecuária, da aquicultura e da pesca e as ações desenvolvidas pelo Ministério para o mercado externo; e

VI – propor e articular ações de cooperação com outros países e com organismos internacionais, no âmbito do Ministério.

Art. 48. Ao Serviço Florestal Brasileiro compete:

I – exercer a função de órgão gestor prevista no art. 53 da Lei nº 11.284, de 2006, no âmbito federal;

II – gerir o Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal, instituído pela Lei nº 11.284, de 2006;

III – apoiar a criação e a gestão de programas de treinamento, capacitação, pesquisa e assistência técnica para a implementação de atividades florestais, incluídos o manejo florestal, o processamento de produtos florestais e a exploração de serviços florestais;

IV – estimular a prática de atividades florestais sustentáveis madeireira, não madeireira e de serviços;

V – apoiar e fomentar a implantação de plantios florestais e de sistemas agroflorestais em bases sustentáveis;

VI – apoiar e incentivar a recuperação de vegetação nativa e a recomposição florestal;

VII – apoiar e fomentar o manejo sustentável de florestas para a produção de bens e serviços ambientais;

VIII – desenvolver e propor planos de produção florestal sustentável de forma compatível com as demandas da sociedade;

IX – fomentar e gerir as concessões florestais em áreas públicas destinadas às concessões florestais;

X – apoiar sistemas de controle e rastreabilidade do fluxo de produtos e subprodutos florestais, oriundos de áreas sob concessão florestal de sua responsabilidade, em coordenação com o órgão federal responsável pelo controle e pela fiscalização ambiental;

XI – gerir o Sistema Nacional de Informações Florestais, integrado ao Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente;

XII – desenvolver e gerenciar o Inventário Florestal Nacional;

XIII – gerenciar o Cadastro Nacional de Florestas Públicas, organizar e manter atualizado o Cadastro-Geral de Florestas Públicas da União e desenvolver soluções para integrar os cadastros estaduais, distritais e municipais ao referido Cadastro Nacional;

XIV – gerir o Sistema de Cadastro Ambiental Rural, integrado ao Sistema Nacional de Informações Florestais;

XV – coordenar, em âmbito federal, o Cadastro Ambiental Rural e prestar apoio técnico a sua implementação nos entes federativos;

XVI – prestar apoio técnico à implementação dos Programas de Regularização Ambiental nos entes federativos;

XVII – coordenar a implantação dos centros de desenvolvimento florestal;

XVIII – emitir e gerenciar as Cotas de Reserva Ambiental;

XIX – desenvolver, implantar, disponibilizar, gerir e coordenar o sistema único de controle das Cotas de Reserva Ambiental;

XX – apoiar ações para implementação de mecanismos de Programas de Pagamento por Serviços Ambientais, em seu âmbito de competência;

XXI – apoiar a elaboração e a implementação do Programa Nacional de Florestas, instituído pelo Decreto nº 3.420, de 20 de abril de 2000;

XXII – apoiar, em seu âmbito de competência, a regulamentação e a implementação da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, e das demais normas correlatas;

XXIII – apoiar a captação de recursos financeiros, nacionais e internacionais, em seu âmbito de competência;

XXIV – arrecadar, distribuir, cobrar os créditos decorrentes da arrecadação e aplicar receitas auferidas por meio:

  1. a) dos serviços referentes à administração, ao gerenciamento e à emissão da Cota de Reserva Ambiental;
  2. b) da concessão florestal de áreas de domínio da União, nos termos do disposto na Lei nº 11.284, de 2006;
  3. c) dos serviços referentes à venda de impressos e de publicações, dos serviços técnicos do Laboratório de Produtos Florestais e da disponibilização de acesso a dados e informações sob gestão do Serviço Florestal Brasileiro;
  4. d) dos recursos auferidos a partir da concessão florestal sob gestão do Serviço Florestal Brasileiro; e
  5. e) dos serviços referentes à disponibilização de dados para a consulta no Cadastro Ambiental Rural no âmbito do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural;

XXV – integrar e harmonizar, no âmbito da plataforma do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural, os dados e as informações referentes às propriedades e posses rurais registradas no Cadastro Ambiental Rural e nos demais cadastros e bancos de dados relacionados com o planejamento territorial, ambiental, e econômico dos imóveis rurais; e

XXVI – aprovar seu regimento interno.

Art. 49. À Diretoria de Concessão Florestal e Monitoramento compete:

I – promover o manejo florestal sustentável de florestas públicas federais para a produção de bens e serviços ambientais por meio da concessão florestal;

II – coordenar e supervisionar a elaboração de estudos necessários para a implementação da concessão em florestas públicas federais;

III – coordenar:

  1. a) a gestão administrativa e financeira dos contratos de concessão florestal;
  2. b) a elaboração dos editais de licitação da concessão florestal de florestas públicas federais; e
  3. c) a elaboração do Plano Anual de Outorga Florestal;

IV – propor o estabelecimento de marcos regulatórios no âmbito da concessão florestal;

V – promover, coordenar e acompanhar os processos de consultas públicas no âmbito das concessões florestais;

VI – coordenar e executar o planejamento das ações de monitoramento e fiscalização dos contratos de concessão florestal e de seus indicadores de desempenho;

VII – supervisionar os procedimentos de repasse de recursos previstos nos art. 39 e art. 40 da Lei nº 11.284, de 2006, e em seus regulamentos; e

VIII – notificar aos órgãos e às autoridades competentes a ocorrência de ilícitos em áreas de florestas públicas sob gestão ou de interesse do Serviço Florestal Brasileiro.

Art. 50. À Diretoria de Pesquisa e Informação Florestal compete:

I – coordenar o Sistema Nacional de Informações Florestais, nos termos do disposto no inciso VI docaputdo art. 55 da Lei nº 11.284, de 2006;

II – coordenar o Inventário Florestal Nacional, nos termos do disposto no art. 71 da Lei nº 12.651, de 2012, em conjunto com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;

III – estabelecer diretrizes, critérios e mecanismos para uniformização do planejamento e da execução de inventários florestais amostrais, contínuos e pré-exploratórios em florestas públicas, para integração e atualização do Inventário Florestal Nacional;

IV – promover o desenvolvimento de pesquisas em produtos florestais madeireiros e não madeireiros, por meio do Laboratório de Produtos Florestais do Centro Especializado do Serviço Florestal Brasileiro; e

V – apoiar a elaboração de pesquisas e estudos em parcerias com outras entidades, públicas ou privadas, e redes de pesquisa e informações florestais nacionais e internacionais.

Art. 51. À Diretoria de Cadastro e Fomento Florestal compete:

I – fomentar atividades de base florestal sustentável;

II – apoiar os entes federativos e monitorar a implementação do Cadastro Ambiental Rural e dos Programas de Regularização Ambiental, previstos na Lei nº 12.651, de 2012, no âmbito das competências do Serviço Florestal Brasileiro;

III – coordenar e supervisionar as atividades de implementação do Sistema de Cadastro Ambiental Rural, especialmente em relação aos atos decorrentes da sua implementação;

IV – monitorar o funcionamento e a integração, em âmbito nacional, dos dados do Cadastro Ambiental Rural, da Cota de Reserva Ambiental e do Programa de Regularização Ambiental;

V – manter o Cadastro Nacional de Florestas Públicas;

VI – monitorar a aplicação dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal, instituído pela Lei nº 11.284, de 2006; e

VII – identificar áreas de florestas públicas não destinadas que sejam de interesse do Serviço Florestal Brasileiro.

Art. 52. À Diretoria de Administração e Finanças compete:

I – planejar, coordenar e monitorar a execução das atividades de planejamento e orçamento, de administração financeira, de administração de recursos de tecnologia da informação, de gestão de documentos, de arquivo e de serviços gerais no âmbito do Serviço Florestal Brasileiro;

II – coordenar, acompanhar e promover a elaboração e a consolidação dos planos e dos programas de atividades no âmbito de sua competência, além dos seus orçamentos e das suas alterações, e submetê-los à decisão superior;

III – estabelecer fluxos, normas e procedimentos administrativos;

IV – gerenciar o processamento de licitações para aquisição de bens e serviços;

V – propor a celebração de contratos administrativos, convênios, contratos de repasse, termos de parceria e de cooperação, acordos, ajustes e instrumentos congêneres em seu âmbito de competência;

VI – fiscalizar e gerir os contratos administrativos; e

VII – coordenar e acompanhar o planejamento estratégico no âmbito do Serviço Florestal Brasileiro.

Seção III

Dos órgãos colegiados

Art. 53. Ao Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural cabe exercer as competências estabelecidas na Lei nº 10.823, de 19 de dezembro de 2003.

Art. 54. À Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional cabe exercer as competências estabelecidas na Lei nº 7.291, de 19 de dezembro de 1984.

Art. 55. À Comissão Especial de Recursos cabe decidir, em única instância administrativa, sobre recursos relativos à apuração de prejuízos e às indenizações no âmbito do Proagro.

Art. 56. Ao Conselho Deliberativo da Política do Café cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 4.623, de 21 de março de 2003.

Art. 57. Ao Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 5.069, de 5 de maio de 2004.

Art. 58. Ao Conselho Nacional de Política Agrícola cabe exercer as competências estabelecidas na Lei nº 8.171, de 1991, e na Lei nº 8.174, de 30 de janeiro de 1991.

Art. 59. Ao Comitê Gestor do Garantia-Safra cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 4.962, de 22 de janeiro de 2004.

Art. 60. Ao Comitê Gestor do Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 5.996, de 20 de dezembro de 2006.

Art. 61. Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável compete subsidiar a formulação de políticas públicas estruturantes, com base nos objetivos e nas metas referentes à reforma agrária, ao reordenamento fundiário, à agricultura familiar e às demais políticas públicas relacionadas com o desenvolvimento rural sustentável.

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

Seção I

Do Secretário-Executivo

Art. 62. Ao Secretário-Executivo incumbe:

I – coordenar e promover a consolidação do planejamento de ações do Ministério e submetê-la à aprovação do Ministro de Estado;

II – supervisionar e avaliar a execução de planos, programas e ações do Ministério;

III – supervisionar, auxiliar e promover programas e ações estratégicas de competência do Ministério e submetê-los à aprovação do Ministro de Estado; e

IV – supervisionar e promover a articulação entre os órgãos do Ministério e os órgãos centrais dos sistemas coordenados pela Secretaria-Executiva.

Seção II

Dos Secretários

Art. 63. Ao Secretário Especial e aos Secretários incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a execução de atividades e projetos de suas unidades e exercer as demais atribuições que lhes forem cometidas em regimento interno.

Parágrafo único. Além das atribuições a que se refere aocaput, incumbe:

I – ao Secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação promover a operacionalização da Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional;

II – ao Secretário de Política Agrícola exercer a função de Presidente da Comissão Especial de Recursos;

III – ao Secretário de Política Agrícola exercer a função de Secretário-Executivo dos seguintes órgãos colegiados:

  1. a) Conselho Nacional de Política Agrícola; e
  2. b) Conselho Deliberativo da Política do Café;

IV – ao Secretário de Aquicultura e Pesca exercer a função de Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca;

V – ao Secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação exercer a função de Secretário-Executivo do Conselho de Administração da Embrapa; e

VI – ao Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro presidir o Conselho Consultivo do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal.

Seção III

Dos demais dirigentes

Art. 64. Ao Chefe de Gabinete do Ministro, ao Consultor Jurídico, aos Diretores, aos Superintendentes e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução de atividades, programas e ações de seus órgãos e suas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em regimento interno.

CAPÍTULO V

DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 65. As unidades do Ministério, no âmbito de suas competências, prestarão apoio técnico à Comissão Especial de Recursos, ao Conselho Deliberativo da Política do Café e ao Conselho Nacional de Política Agrícola.

Art. 66. A Embrapa, por meio da Embrapa Territorial e da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas, e a Conab, por meio da Diretoria de Política Agrícola e Informações, prestarão apoio técnico à Secretaria de Política Agrícola no exercício de suas competências.

Art. 67. É prerrogativa do Ministro de Estado, sujeita ao seu juízo de conveniência e oportunidade, identificar e definir os cargos em comissão e funções de confiança dos órgãos específicos singulares e das unidades descentralizadas que devem ser ocupados exclusivamente por servidores públicos efetivos que componham o quadro de pessoal do Ministério.

Parágrafo único. É facultada a realização de processo seletivo interno para a ocupação dos cargos em comissão e das funções de confiança a que se refere ocaput, de modo a priorizar os méritos profissionais dos servidores públicos efetivos.

ANEXO II

a) QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

UNIDADE

CARGO/ FUNÇÃO/Nº

DENOMINAÇÃO CARGO/FUNÇÃO

NE/DAS/ FCPE/FG

7

Assessor Especial

DAS 102.5

2

Assessor

DAS 102.4

2

Assessor Técnico

DAS 102.3

1

Assistente

DAS 102.2

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

GABINETE DO MINISTRO

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.5

2

Assessor

DAS 102.4

3

Assessor Técnico

DAS 102.3

1

Assistente

DAS 102.2

3

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral do Gabinete do Ministro

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Agenda, Cerimonial e Eventos

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

2

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Assessoria de Assuntos Socioambientais

1

Chefe de Assessoria

DAS 101.4

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

1

Assistente

DAS 102.2

Assessoria de Gestão Estratégica

1

Chefe de Assessoria

DAS 101.4

2

Assessor Técnico

DAS 102.3

2

Assistente

FCPE 102.2

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

10

FG-1

ASSESSORIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

1

Chefe de Assessoria Especial

DAS 101.5

2

Assessor

DAS 102.4

Coordenação-Geral de Comunicação Social

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

1

Assistente

DAS 102.2

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Imprensa

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

5

FG-1

1

FG-3

ASSESSORIA ESPECIAL DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS E INSTITUCIONAIS

1

Chefe de Assessoria Especial

DAS 101.5

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

Assessoria Parlamentar

1

Chefe de Assessoria

DAS 101.4

2

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Assessoria de Relações Governamentais

1

Chefe de Assessoria

DAS 101.4

2

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

ASSESSORIA ESPECIAL DE CONTROLE INTERNO

1

Chefe de Assessoria Especial

DAS 101.5

Coordenação-Geral de Integridade

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Ouvidoria

1

Ouvidor

DAS 101.4

1

Assistente

DAS 102.2

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Serviço

3

Chefe

DAS 101.1

CORREGEDORIA-GERAL

1

Corregedor-Geral

DAS 101.5

1

Corregedor-Geral Adjunto

FCPE 101.4

1

Assistente Técnico

FCPE 102.1

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Responsabilização de Pessoa Jurídica

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Responsabilização de Agentes Públicos

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

SECRETARIA-EXECUTIVA

1

Secretário-Executivo

NE

1

Secretário-Executivo Adjunto

DAS 101.6

2

Diretor de Programa

DAS 103.5

3

Assessor

DAS 102.4

1

Assessor

DAS 102.4

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

4

Assistente

DAS 102.2

GABINETE

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.5

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

2

Assistente

DAS 102.2

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Apoio às Superintendências

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Suporte Técnico e Administrativo

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

2

Assistente

DAS 102.2

3

Assistente Técnico

DAS 102.1

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Entidades Vinculadas e Órgãos Colegiados

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

4

Assistente

DAS 102.2

Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento

27

Superintendente Federal

DAS 101.4

Divisão

54

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

87

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

16

Chefe

DAS 101.1

Coordenação

26

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

27

Chefe

DAS 101.2

Serviço

81

Chefe

DAS 101.1

204

FG-1

132

FG-2

110

FG-3

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assessor

DAS 102.4

1

Assistente

DAS 102.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

3

Chefe

DAS 101.2

Divisão

5

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

3

Chefe

DAS 101.1

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Aquisições

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

3

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

4

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Execução Orçamentária e Financeira

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação-Geral de Logística Institucional

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação

3

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

3

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Divisão

3

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

7

Chefe

DAS 101.1

Serviço

3

Chefe

FCPE 101.1

DEPARTAMENTO DE GOVERNANÇA E GESTÃO

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assessor

DAS 102.4

1

Assistente

DAS 102.2

Biblioteca Nacional de Agricultura

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Escola Nacional de Gestão Agropecuária

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

3

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Gestão e Riscos

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Orçamento e Finanças

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

4

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Planejamento e Desenvolvimento Institucional

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente

DAS 102.2

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Divisão

5

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

67

FG-1

9

FG-2

CONSULTORIA JURÍDICA

1

Consultor Jurídico

DAS 101.5

1

Consultor Jurídico Adjunto

FCPE 101.4

2

Assessor

DAS 102.4

3

Assessor

FCPE 102.4

Gabinete

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

3

Assessor Técnico

DAS 102.3

6

Assistente

DAS 102.2

8

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Apoio Administrativo

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

4

Assistente Técnico

DAS 102.1

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Apoio Jurídico

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

1

Assessor Técnico

FCPE 102.3

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação-Geral de Pesca e Florestas

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação-Geral de Legislação Agropecuária

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação-Geral de Assuntos Administrativos

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação-Geral de Licitações, Contratos, Convênios e Assuntos Internacionais

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

2

FG-1

SECRETARIA ESPECIAL DE ASSUNTOS FUNDIÁRIOS

1

Secretário Especial

NE

1

Secretário Adjunto

DAS 101.5

2

Assessor Especial

DAS 102.5

Gabinete

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

2

Assessor Técnico

DAS 102.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Administração e Finanças

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

6

Chefe

DAS 101.2

DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE CADASTRO E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação-Geral de Políticas de Colonização e Reforma Agrária

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

2

Assistente

DAS 102.2

Coordenação-Geral de Regularização Fundiária

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

2

Assistente

DAS 102.2

DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO E SUPERVISÃO

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação-Geral de Monitoramento

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

2

Assistente

DAS 102.2

SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA

1

Secretário

DAS 101.6

1

Secretário Adjunto

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Gabinete

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

DEPARTAMENTO DE COMERCIALIZAÇÃO E ABASTECIMENTO

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação-Geral de Cereais

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Florestas Plantadas e Pecuária

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral do Café

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Cana-de-Açúcar e Agroenergia

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Oleaginosas, Fibras e Frutas

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

DEPARTAMENTO DE CRÉDITO E INFORMAÇÃO

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação-Geral de Crédito Rural

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Crédito à Agricultura Familiar

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Avaliação de Políticas e Informação

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCOS

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação-Geral de Risco Agropecuário

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Serviço

3

Chefe

DAS 101.1

Serviço

3

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Seguro Rural

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral Técnica do Garantia-Safra

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral Operacional do Garantia-Safra

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

DEPARTAMENTO DE ANÁLISE ECONÔMICA E POLÍTICAS PÚBLICAS

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação-Geral de Análise Econômica

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação-Geral de Planos e Cenários

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação-Geral de Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

18

FG-1

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA

1

Secretário

DAS 101.6

1

Secretário Adjunto

DAS 101.5

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Gabinete

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

3

Assistente

DAS 102.2

DEPARTAMENTO DE SANIDADE VEGETAL E INSUMOS AGRÍCOLAS

1

Diretor

DAS 101.5

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

3

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Proteção de Plantas

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Fiscalização e Certificação Fitossanitária Internacional

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

4

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação-Geral de Sementes e Mudas

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão Regional

2

Chefe

FCPE 101.2

Serviço Regional

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão Regional

2

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

DEPARTAMENTO DE SAÚDE ANIMAL

1

Diretor

DAS 101.5

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

4

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Estação Quarentenária de Cananéia

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Planejamento e Avaliação Zoossanitária

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

3

Coordenador

FCPE 101.3

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Sanidade Animal

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

5

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Produtos de Uso Veterinário

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL

1

Diretor

DAS 101.5

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Qualidade Vegetal

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação-Geral de Vinhos e Bebidas

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

1

Diretor

DAS 101.5

Serviço Regional

11

Chefe

FCPE 101.1

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

22

FG-1

Coordenação-Geral de Controle e Avaliação

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Divisão Regional

2

Chefe

FCPE 101.2

Serviço Regional

3

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Inspeção

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Programas Especiais

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

DEPARTAMENTO DE SERVIÇOS TÉCNICOS

1

Diretor

DAS 101.5

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

3

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação-Geral de Laboratórios Agropecuários

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

4

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária

6

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

12

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

24

Chefe

FCPE 101.1

42

FG-1

22

FG-2

Coordenação-Geral do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço Regional

7

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

8

Chefe

FCPE 101.1

DEPARTAMENTO DE SUPORTE E NORMAS

1

Diretor

DAS 101.5

Coordenação

3

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

6

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Inteligência Estratégica e Avaliação de Risco

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação-Geral de Análise e Revisão de Atos Normativos

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

DEPARTAMENTO DE GESTÃO CORPORATIVA

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

Coordenação-Geral de Administração

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

6

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Operações e Projetos

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

3

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação

4

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Unidades Descentralizadas de Defesa Agropecuária

70

FG-1

24

FG-1

11

FG-2

11

FG-3

SECRETARIA DE AQUICULTURA E PESCA

1

Secretário

DAS 101.6

1

Secretário Adjunto

DAS 101.5

1

Assessor

DAS 102.4

1

Assessor

FCPE 102.4

Gabinete

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

1

Assessor Técnico

DAS 102.3

1

Assistente

DAS 102.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente

FCPE 102.2

Divisão

3

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Administração e Finanças

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

7

Chefe

DAS 101.2

2

Assistente Técnico

DAS 102.1

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Serviço

3

Chefe

FCPE 101.1

DEPARTAMENTO DE ORDENAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA AQUICULTURA

1

Diretor

DAS 101.5

2

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Ordenamento e Desenvolvimento da Aquicultura em Águas da União

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Ordenamento e Desenvolvimento da Aquicultura em Estabelecimentos Rurais e Áreas Urbanas

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

DEPARTAMENTO DE ORDENAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA PESCA

1

Diretor

DAS 101.5

2

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Ordenamento e Desenvolvimento da Pesca Marinha

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Serviço

3

Chefe

DAS 101.1

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Ordenamento e Desenvolvimento da Pesca Continental

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

DEPARTAMENTO DE REGISTRO E MONITORAMENTO DE AQUICULTURA E PESCA

1

Diretor

DAS 101.5

2

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Registro da Aquicultura e da Pesca

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Monitoramento da Aquicultura e da Pesca

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

DAS 101.1

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

SECRETARIA DE AGRICULTURA FAMILIAR E COOPERATIVISMO

1

Secretário

DAS 101.6

1

Secretário Adjunto

DAS 101.5

1

Assessor

DAS 102.4

1

Assistente

FCPE 102.2

Gabinete

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Administração e Finanças

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

7

Chefe

DAS 101.2

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO

1

Diretor

DAS 101.5

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Desenvolvimento de Assentamentos

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Programas de Assistência Técnica e Extensão Rural

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

DEPARTAMENTO DE COOPERATIVISMO E ACESSO A MERCADOS

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assessor

DAS 102.4

1

Assistente

FCPE 102.2

Coordenação-Geral de Cooperativismo

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Acesso a Mercados

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA

1

Diretor

DAS 101.5

Coordenação-Geral de Apoio à Estruturação da Produção Familiar

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Extrativismo

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Projetos de Fomento e Infraestrutura

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

2

Assistente Técnico

DAS 102.1

DEPARTAMENTO DE GESTÃO DO CRÉDITO FUNDIÁRIO

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação-Geral de Crédito Fundiário

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral do Fundo de Terras

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

SECRETARIA DE INOVAÇÃO, DESENVOLVIMENTO RURAL E IRRIGAÇÃO

1

Secretário

DAS 101.6

1

Secretário Adjunto

DAS 101.5

1

Assessor

DAS 102.4

1

Assistente

DAS 102.2

Gabinete

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Informações Estratégicas

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

2

Assistente

DAS 102.2

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Administração e Finanças

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

4

Chefe

DAS 101.2

DEPARTAMENTO DE APOIO À INOVAÇÃO PARA A AGROPECUÁRIA

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

FCPE 102.2

Coordenação-Geral de Mecanização, Novas Tecnologias e Recursos Genéticos

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação-Geral de Articulação para Inovação

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DAS CADEIAS PRODUTIVAS

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

FCPE 102.2

Coordenação-Geral de Sistemas Integrados de Produção Agrícola

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Produção Animal

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

3

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Programas Regionais

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL E IRRIGAÇÃO

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

FCPE 102.2

Coordenação-Geral de Mudanças Climáticas, Florestas Plantadas e Agropecuária Conservacionista

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

3

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Coordenação-Geral de Conservação do Solo e da Água

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Irrigação e Drenagem

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Agregação de Valor

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

2

Chefe

DAS 101.2

COMISSÃO EXECUTIVA DO PLANO DA LAVOURA CACAUEIRA

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

2

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Pesquisa e Inovação

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Superintendências Regionais de Desenvolvimento da Lavoura Cacaueira

3

Coordenador

FCPE 101.3

Centro de Pesquisa e Inovação do Cacau

3

Chefe

FCPE 101.2

31

FG-1

15

FG-2

24

FG-3

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

DAS 102.2

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Distrito de Meteorologia

1

Coordenador

DAS 101.3

Distrito de Meteorologia

5

Coordenador

FCPE 101.3

Distrito de Meteorologia

4

Chefe

DAS 101.2

20

FG-1

17

FG-3

Coordenação-Geral de Apoio Operacional

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Meteorologia Aplicada, Desenvolvimento e Pesquisa

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Centro

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Modelagem Numérica

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Sistemas de Comunicação e Informação

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Serviço

2

Chefe

FCPE 101.1

15

FG-1

4

FG-2

SECRETARIA DE COMÉRCIO E RELAÇÕES INTERNACIONAIS

1

Secretário

DAS 101.6

1

Assistente

DAS 102.2

1

Secretário Adjunto

DAS 101.5

Gabinete

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

1

Assistente Técnico

FCPE 102.1

Coordenação-Geral de Apoio Logístico e Articulação

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

Serviço

1

Chefe

DAS 101.1

Coordenação-Geral de Gestão dos Adidos Agrícolas

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

DEPARTAMENTO DE NEGOCIAÇÕES E ANÁLISES COMERCIAIS

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

FCPE 102.2

Coordenação-Geral de Assuntos Comerciais

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Estatística e Análise Comercial

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

DEPARTAMENTO DE TEMAS TÉCNICOS, SANITÁRIOS E FITOSSANITÁRIOS

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

FCPE 102.2

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

Coordenação-Geral de Temas Sanitários e Fitossanitários

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

3

Coordenador

FCPE 101.3

1

Assistente Técnico

FCPE 102.1

Coordenação-Geral de Sustentabilidade e Regulação

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente Técnico

FCPE 102.1

DEPARTAMENTO DE PROMOÇÃO COMERCIAL E INVESTIMENTOS

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

FCPE 102.2

Coordenação-Geral de Promoção Comercial

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

Coordenação-Geral de Promoção de Investimentos Estrangeiros e Cooperação

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Divisão

1

Chefe

DAS 101.2

13

FG-1

1

FG-2

SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO

1

Diretor-Geral

DAS 101.6

1

Diretor-Geral Adjunto

DAS 101.5

2

Assessor

DAS 102.4

Gabinete do Diretor-Geral

1

Chefe de Gabinete

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente

DAS 102.2

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Unidades Regionais

3

Chefe de Unidade

FCPE 101.2

DIRETORIA DE CONCESSÃO FLORESTAL E MONITORAMENTO

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Concessão Florestal

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Coordenação-Geral de Monitoramento e Auditoria Florestal

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

FCPE 101.3

Divisão

1

Chefe

FCPE 101.2

DIRETORIA DE PESQUISA E INFORMAÇÃO FLORESTAL

1

Diretor

DAS 101.5

Laboratório de Produtos Florestais

1

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente Técnico

FCPE 102.1

Coordenação-Geral de Inventário e Informação Florestal

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

DIRETORIA DE CADASTRO E FOMENTO FLORESTAL

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente

FCPE 102.2

Coordenação-Geral de Cadastro de Florestas

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

Coordenação-Geral de Fomento e Inclusão Florestal

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

1

Coordenador

DAS 101.3

Serviço

1

Chefe

FCPE 101.1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS

1

Diretor

DAS 101.5

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Administração e Logística

1

Coordenador-Geral

DAS 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente Técnico

DAS 102.1

Coordenação-Geral de Planejamento, Orçamento e Finanças

1

Coordenador-Geral

FCPE 101.4

Coordenação

2

Coordenador

DAS 101.3

1

Assistente Técnico

FCPE 102.1

b) QUADRO RESUMO DE CUSTOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO:

CÓDIGO

DAS-UNITÁRIO

SITUAÇÃO ATUAL

SITUAÇÃO NOVA

QTD.

VALOR TOTAL

QTD.

VALOR TOTAL

NE

6,41

2

12,82

2

12,82

DAS 101.6

6,27

8

50,16

8

50,16

DAS 101.5

5,04

49

246,96

49

246,96

DAS 101.4

3,84

123

472,32

121

464,64

DAS 101.3

2,10

121

254,10

151

317,10

DAS 101.2

1,27

182

231,14

178

226,06

DAS 101.1

1,00

183

183,00

163

163,00

DAS 102.5

5,04

10

50,40

9

45,36

DAS 102.4

3,84

16

61,44

20

76,80

DAS 102.3

2,10

12

25,20

21

44,10

DAS 102.2

1,27

62

78,74

54

68,58

DAS 102.1

1,00

56

56,00

63

63,00

DAS 103.5

5,04

2

10,08

SUBTOTAL 1

824

1.722,28

841

1.788,66

FCPE 101.4

2,30

32

73,60

34

78,20

FCPE 101.3

1,26

108

136,08

108

136,08

FCPE 101.2

0,76

174

132,24

175

133,00

FCPE 101.1

0,60

209

125,40

207

124,20

FCPE 102.4

2,30

3

6,90

4

9,20

FCPE 102.3

1,26

1

1,26

1

1,26

FCPE 102.2

0,76

10

7,60

12

9,12

FCPE 102.1

0,60

5

3,00

6

3,60

SUBTOTAL 2

542

486,08

547

494,66

FG-1

0,20

543

108,60

543

108,60

FG-2

0,15

194

29,10

194

29,10

FG-3

0,12

163

19,56

163

19,56

SUBTOTAL 3

900

157,26

900

157,26

TOTAL

2.266

2.365,62

2.288

2.440,58

ANEXO III

REMANEJAMENTO DE CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES – DAS E FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO – FCPE

a) DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO PARA A SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA:

CÓDIGO

DAS-UNITÁRIO

DO MAPA PARA A SEGES/ME

QTD.

VALOR TOTAL

DAS 101.4

3,84

2

7,68

DAS 101.2

1,27

4

5,08

DAS 101.1

1,00

20

20,00

DAS 102.5

5,04

1

5,04

DAS 102.2

1,27

8

10,16

SUBTOTAL 1

35

47,96

FCPE 101.1

0,60

2

1,20

SUBTOTAL 2

2

1,20

TOTAL

37

49,16

b) DA SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA PARA O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO:

CÓDIGO

DAS-UNITÁRIO

DA SEGES/ME PARA O MAPA

QTD.

VALOR TOTAL

DAS 101.3

2,10

30

63,00

DAS 102.4

3,84

4

15,36

DAS 102.3

2,10

9

18,90

DAS 102.1

1,00

7

7,00

DAS 103.5

5,04

2

10,08

SUBTOTAL 1

52

114,34

FCPE 101.4

2,30

2

4,60

FCPE 101.2

0,76

1

0,76

FCPE 102.4

2,30

1

2,30

FCPE 102.2

0,76

2

1,52

FCPE 102.1

0,60

1

0,60

SUBTOTAL 2

7

9,78

TOTAL

59

124,12

ANEXO IV

DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES – DAS E DAS FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO – FCPE TRANSFORMADOS NOS TERMOS DO DISPOSTO NO ART. 8º DA LEI Nº 13.346, DE 10 DE OUTUBRO DE 2016

a) CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DAS:

CÓDIGO

DAS-UNITÁRIO

SITUAÇÃO ATUAL (a)

SITUAÇÃO NOVA (b)

DIFERENÇA

(c = b – a)

QTD.

VALOR TOTAL

QTD.

VALOR TOTAL

QTD.

VALOR TOTAL

DAS-5

5,04

1

5,04

1

5,04

DAS-4

3,84

2

7,68

2

7,68

DAS-3

2,10

39

81,90

39

81,90

DAS-2

1,27

42

53,34

-42

-53,34

DAS-1

1,00

42

42,00

-42

-42,00

TOTAL

84

95,34

42

94,62

-42

-0,72

b) FCPE:

CÓDIGO

DAS-UNITÁRIO

SITUAÇÃO ATUAL (a)

SITUAÇÃO NOVA (b)

DIFERENÇA

(c = b – a)

QTD.

VALOR TOTAL

QTD.

VALOR TOTAL

QTD.

VALOR TOTAL

FCPE-4

2,30

1

2,30

1

2,30

FCPE-1

0,60

4

2,40

-4

-2,40

TOTAL

4

2,40

1

2,30

-3

-0,10

Esse texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União em 21.02.2020.